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Confiança da construção apresenta melhora apesar de ainda ser negativa

O resultado reflete as expectativas de melhora dos negócios ao longo do quarto trimestre

Economia|Do R7

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Dos 11 segmentos pesquisados, sete melhoraram na compração trimestral, com destaque para obras de montagem
Dos 11 segmentos pesquisados, sete melhoraram na compração trimestral, com destaque para obras de montagem Scott Olson/Getty Images

O ICST (Índice de Confiança da Construção) variou -4,3% no trimestre findo em outubro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Apesar de manter-se em terreno negativo nesta base de comparação, o resultado representa uma evolução favorável após variações de -4,6% em setembro e 4,7% em agosto.


Considerando-se a comparação interanual mensal, a recuperação do ICST foi mais expressiva: entre outubro de 2012 e outubro deste ano, a variação ficou em -2,9%, ante -4,6%, em setembro. O resultado geral da pesquisa reflete as expectativas de melhora do ambiente de negócios no setor ao longo do quarto trimestre de 2013.

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A diminuição da distância em relação ao ano passado foi inteiramente determinada pela melhora das expectativas: a taxa de variação interanual trimestral do índice de expectativas passou de -2,8%, em setembro, para -1,9%, em outubro.

A comparação interanual mensal a expectativa futura passou de -5,0% para 1,9%, a primeira variação positiva nesta base de comparação desde julho de 2011.


No caso do índice da situação atual houve piora nas comparações trimestrais, com as variações do índice passando de -6,7% para -6,9%, respectivamente, entre setembro e outubro, refletindo a piora mais acentuada na base de comparação mensal, cujas variações passaram de -4,1% para -7,9%, respectivamente nos mesmos períodos. 

Segmentos


Dos 11 segmentos pesquisados, sete apresentaram melhora, na comparação trimestral interanual. O destaque ficou com obras de montagem cuja variação do índice de confiança passou de -13,5%, em setembro, para -9,5%, em outubro; obras para telecomunicações, cujo índice de 1,8% para 5,3%, nos mesmos períodos.

Preparação de terrenos também apresentou melhora importante ao registrar queda de 1,7%, contra variação de -4,9% em setembro na mesma comparação.

A piora relativa da situação atual foi influenciada pelo quesito evolução recente da atividade. A variação interanual do Indicador Trimestral deste item passou de -4,8%, em setembro, para -6,4%, em outubro.

Das 703 empresas consultadas, 22,2% avaliaram que o nível de atividade aumentou no trimestre findo em outubro, contra 26,8% no mesmo período do ano anterior; já 19,7% das empresas reportaram que a atividade diminuiu (contra 17,4%, em outubro de 2012).

O quesito que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios nos seis meses seguintes foi o que exerceu a maior pressão positiva sobre o IE-CST. A variação interanual trimestral deste quesito passou de -3,7%, em setembro, para -2,8%, em outubro. A proporção de empresas prevendo melhora da situação na média do trimestre findo em outubro é de 37,8%, contra 40,2% no mesmo período em 2012, enquanto a parcela das que estão prevendo piora foi de 5,6%, contra 4,2%, em outubro de 2012.

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