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Confiança do comércio recua e atinge mínima histórica, informa CNC

Índice atingiu os 85 pontos em julho e bateu o menor nível da série iniciada em 2011 

Economia|Do R7

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Segundo a CNC, o resultado "revela um elevado grau de insatisfação dos empresários do comércio"
Segundo a CNC, o resultado "revela um elevado grau de insatisfação dos empresários do comércio"

O aumento da confiança dos empresários do comércio em junho não se sustentou, e o indicador recuou 1,7% em julho ante o mês anterior, informou nesta segunda-feira (3), a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

Com o resultado, o Icec (Índice de Confiança do Empresário do Comércio) atingiu 85 pontos, o menor nível da série, iniciada em março de 2011. Na comparação com julho do ano passado, o indicador cedeu 21,6%.


O resultado negativo na comparação mensal foi influenciado principalmente pelo recuo de 1,6% na intenção de investimentos dos empresários e pela queda de 5% no subíndice que mede a percepção sobre as condições econômicas atuais.

Segundo a CNC, o resultado "revela um elevado grau de insatisfação dos empresários do comércio, especialmente na Região Sudeste".


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O índice aponta ainda que 92,8% dos cerca de 6.000 empresários consultados pela pesquisa em todas as capitais do País apontam que houve piora no cenário econômico nos últimos 12 meses.

O índice que mede a expectativa dos empresários do comércio retornou à tendência de deterioração após dois meses de crescimento, com queda de 0,6% em julho ante junho e recuo de 8 5% em relação a julho do ano passado. O grau de otimismo dos empresários é o único dos três índices pesquisados que se mantém na zona positiva, acima de 100 pontos, mas segue em tendência de piora. 


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Em nota, a CNC manteve a previsão anterior para o setor, de queda de 1,1% no volume de vendas do varejo restrito.

— Para alguns segmentos, porém, especialmente aqueles voltados para a venda de bens de consumo não duráveis, a expectativa para a segunda metade do ano tem se mostrado mais favorável diante da perspectiva de arrefecimento da inflação.

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