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Confiança do setor de serviço atinge menor nível desde 2009, diz FGV

ICS recuou 3,1% em abril, maior queda desde julho de 2013, segundo dados desta terça (29)

Economia|Do R7

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O ICS (Índice de Confiança de Serviços) caiu 3,1% em abril na comparação com março e atingiu 113,3 pontos, o seu menor nível desde junho de 2009, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta terça-feira (29).

A queda registrada em abril foi a maior desde julho de 2013, quando o indicador registrou queda de 4,1% após ser impactado pelas manifestações que tomaram o País no ano passado. Entre as doze atividades pesquisadas, nove tiveram queda da confiança entre março e abril.


O resultado negativo do ICS foi determinado pela queda dos seus dois componentes: o ISA-S (Índice da Situação Atual), que caiu 3,8% - a segunda baixa seguida; e o IE-S (Índice de Expectativas), que registrou queda, pelo quarto mês consecutivo, de 2,5%.

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De acordo com a FGV, queda no indicador reflete um momento de avaliação desfavorável das empresas sobre o nível de atividade do setor.

— O nível do ICS que, mesmo situando-se abaixo da média histórica desde o início do ano passado, vinha mantendo certa estabilidade a partir de agosto, parece apontar em abril para uma nova redução de patamar, sugerindo um cenário de arrefecimento no ritmo de crescimento econômico.


O recuo do ISA-S caiu em decorrência de seus dois componentes. O indicador de Volume de Demanda Atual cedeu 6,1% frente a março, com redução da proporção de empresas que consideram o volume como forte ( 15,5% para 12,1%) e aumento da parcela que o considera fraca (19,5% para 22,0%).

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Já o indicador de Situação Atual dos Negócios caiu 1,8%, com uma alta na proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como boa (23,9% para 24,6%) insuficiente para compensar aqueles que a avaliam de forma negativa (17,0% para 19,6 %).

A queda do IE-S, por fim, foi influenciada pela redução tanto do indicador de Demanda Prevista (-2,9%), quanto do indicador de Tendência dos Negócios (-2,1%). A proporção de empresas prevendo aumento da demanda caiu de 40,3% para 39,1%, enquanto a das que estimam demanda menor passou de 8,5% para 11,1%.

A proporção de empresas esperando tendência dos negócios melhor, por fim, recuou de 39,2% para 37,7% e das que esperam uma tendência pior aumentou de 6,5% para 7,8%.

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