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Cúpula de líderes da UE é cancelada, mas se mantém a da zona do euro

Economia|Do R7

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Bruxelas, 12 jul (EFE).- O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, anunciou neste domingo o cancelamento da cúpula de chefes de Estado e do governo da União Europeia (UE) prevista para esta tarde, embora se mantenha o encontro dos líderes dos dezenove países que fazem parte do euro. EFE "Cancelei a cúpula europeia de hoje. A cúpula do euro começará às 16h (11h em Brasília) e vai durar até que concluamos as discussões sobre a Grécia", afirmou Tusk em uma breve mensagem no Twitter. O presidente do Conselho Europeu (CE, órgão executivo da UE) tomou esta decisão após conversar com o do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, sobre o resultado da reunião de ministros de Economia e Finanças da zona do euro (Eurogrupo), realizada no sábado em Bruxelas. Essa reunião terminou despois de meia-noite sem conseguir um acordo que permitisse dar um mandato às instituições para começar a negociar um terceiro resgate à Grécia, depois que este país solicitou um novo empréstimo de três anos a cargo do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE). Com a falta de resultados, os ministros decidiram retomar os contatos na manhã de hoje, antes da cúpula extraordinária de seus chefes de Estado e de Governo, e da reunião regular prevista por esse fórum para segunda-feira. "O Eurogrupo vai continuar as discussões hoje, como viram são bastante complicadas, portanto esperamos mais progresso", disse o vice-presidente da Comissão Europeia (CE) para o Euro, Valdis Dombrovskis, em sua chegada ao encontro. "Acho que é relativamente pouco provável que a CE obtenha hoje um mandato para começar as negociações formais sobre um terceiro programa ou um programa do MEE, mas acho que o Eurogrupo pode preparar e dar sua contribuição às discussões dos líderes de depois", acrescentou. O ministro das Finanças austríaco, Hans-Jörg Schelling, afirmou que o desenvolvimento das negociações com a Grécia está sendo "muito difícil" porque ainda há muitos desacordos, apesar de que continua sendo "otimista" que possa fechar um acordo. Schelling reconheceu que há "muitos pontos" nos quais não há consenso "nem dentro da zona do euro nem com a Grécia". EFE mtm-ih/ma (foto)

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