Dow Jones e S&P 500 fecham em alta e registram novos recordes
Economia|Do R7
Nova York, 24 fev (EFE).- Influenciados pelo discurso da presidente do Federal Reserve e a ampliação da ajuda financeira à Grécia, os índices Dow Jones Industrial e S&P 500 fecharam em alta nesta terça-feira e estabeleceram novos recordes. O Dow Jones fechou com alta de 0,51%, aos 18.209,38 pontos e o S&P 500 subiu 0,28% até 2.115,49 pontos, ambos em níveis recorde, e índice tecnológico Nasdaq teve alta de 0,14% até 4.968,12 unidades. Os operadores do pregão nova-iorquino abriram o mercado de olho no discurso no Senado da presidente do Federal Reserve, o banco central americano, Janet Yellen, que deu detalhes sobre a esperada alta das taxas de juros. Yellen disse que "começará a considerar" uma alta a economia continuar melhorando, mas evitou confirmar que seja iminente e explicou que eliminar de seus comunicados a palavra "paciente" só significa que começará a analisá-lo "em breve". Os mercados temem que o Fed decida antes do previsto pôr fim a sua política de manter os juros no mínimo histórico e os analistas interpretaram que ainda levará algum tempo para que subam. As palavras de Yellen deixaram em segundo plano um dado pior que o esperado sobre a confiança dos consumidores, que caiu em fevereiro para 96,4 pontos, seu nível mais baixo desde setembro, segundo "Conference Board". Já do outro lado do Atlântico, os ministros de Finanças e de Economia da zona do euro deram sinal verde à lista de reformas entregue pelo governo grego, o que permitirá prorrogar por quatro meses a ajuda financeira ao país. A rede de lojas de bricolagem Home Depot liderou os avanços no Dow após surpreender com seus resultados trimestrais e fechou com alta de 3,98%, seguida por JPMorgan (2,48%), Intel (1,93%), Caterpillar (1,21%), IBM (1,18%) e Goldman Sachs (1%). As maiores quedas foram do grupo sanitário Unitedhealth (-0,83%), à frente da Disney (-0,3%), Boeing (-0,23%), Visa (-0,2%), Pfizer (-0,15%), Microsoft (-0,14%) e Wal-Mart (-0,04%). Em outros mercados, o ouro caiu para US$ 1.200 a onça, e a rentabilidade da dívida pública a dez anos recuou até 1,98%. elr/cd















