Dow Jones fecha em alta de 1,2%
Economia|Do R7
Nova York, 5 fev (EFE).- O Dow Jones Industrial, principal indicador de Wall Street, fechou nesta quinta-feira em alta de 1,2%, estimulado por uma nova ascensão do preço do petróleo e pela compra da fornecedora de medicamentos injetáveis Hospira pela Pfizer. Ao final do quarto pregão da semana, o Dow Jones somou 211,86 pontos, para 17.673,02. Já o seletivo S&P 500 subiu 1,03%, até 2.062,52, enquanto o índice composto da Nasdaq avançou também 1,03%, aos 4.765,10. Os operadores em Wall Street apostaram decididamente pelas compras desde o sino inicial em um pregão marcado por outra alta dos preços do petróleo, uma operação empresarial multimilionária e dados econômicos melhores que o previsto. O barril do Texas, de referência nos Estados Unidos, disparou 4,19% e fechou em US$ 50,48, enquanto o Brent, de referência na Europa e no resto do mundo, subiu 4,44% e terminou em US$ 56,57. Os investidores no pregão nova-iorquino também comemoraram hoje o anúncio de um acordo da farmacêutica Pfizer para comprar a Hospira em uma operação avaliada em US$ 17 bilhões. Também foi divulgado um dado melhor que o esperado sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos, já que os pedidos de seguro-desemprego subiram na semana passada menos que o previsto. O setor de matérias-primas liderou os lucros em Wall Street com uma alta de 1,96%, na frente do sanitário (1,49%), do energético (1,3%), do industrial (1,14%), do financeiro (1,11%) e do tecnológico (0,96%). As farmacêuticas Dupont e Pfizer puxaram as altas no Dow Jones, com ascensões de 3,06% e 2,87% respectivamente, e foram seguidas por Visa (2,61%), Cisco Systems (2,14%) e Caterpillar (1,98%). Também subiram mais de um ponto percentual United Technologies (1,97%), Microsoft (1,46%), General Electric (1,41%), Disney (1,34%), American Express (1,34%), Goldman Sachs (1,11%), Johnson & Johnson (1,09%), Procter & Gamble (1,06%), 3M (1,06%) e Intel (1,01%). Em outros mercados, o ouro subiu para US$ 1.266 a onça, enquanto a rentabilidade da dívida pública a dez anos avançava até 1,815%. EFE elr/rsd















