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Empresas brasileiras seguirão sob pressão em 2014

Previsão é da agência de classificação de risco Fitch

Economia|Do R7

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O risco de calotes é baixo, devido às fortes posições de liquidez e a ausência de derivativos tóxicos.
O risco de calotes é baixo, devido às fortes posições de liquidez e a ausência de derivativos tóxicos.

As companhias da América Latina enfrentarão desafios em 2014, e entre elas, as brasileiras permanecerão sob pressão, avaliou a agência de classificação de risco Fitch, em relatório divulgado nesta segunda-feira (16).

Em nota, o diretor da agência, Joe Bormann, relatou a situação das companhias do País.


— A Fitch está pessimista sobre a habilidade das empresas brasileiras fortalecerem seus perfis de crédito durante 2014 devido às condições econômicas fracas

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As principais preocupações permanecem o declínio do crescimento do crédito, uma maior cautela do consumidor e baixa capacidade de utilização em certas indústrias.

Do lado positivo, o risco de calotes é baixo, devido às fortes posições de liquidez e a ausência de derivativos tóxicos, acrescentou a Fitch.


Em toda a América Latina o número de rebaixamento de ratings, pela Fitch, foi maior do que o de melhora das classificações. Em toda a região, 24 emissões tiveram perspectivas negativas, e apenas sete foram positivas.

Nove das perspectivas negativas foram para empresas localizadas na Argentina, que continua a enfrentar inflação alta, intromissão do governo e incertezas econômicas.


Já no Chile, o risco de aquisição ainda é alto, enquanto empresas daquele país continuam a financiar aquisições internacionais com dívida.

A Fitch vê uma perspectiva estável para a economia peruana, enquanto para a Colômbia é de estável para levemente positiva e para o México é levemente positiva.

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