‘Estamos com as pessoas físicas, jurídicas e o Estado devendo muito’, alerta economista
Dívida pública ultrapassou os R$ 9,2 trilhões; emissão forte de títulos vinculados à taxa Selic foi o motivador do aumento do débito
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A dívida pública federal subiu 2,61% em junho e ultrapassou os R$ 9,2 trilhões. De acordo com as informações, o fator que puxou a alta no mês passado foi a emissão forte de títulos vinculados à taxa Selic.
Os números foram divulgados pelo Tesouro Nacional e, segundo o plano anual de financiamento, que foi apresentado em janeiro deste ano, o estoque dessa dívida deve encerrar o ano entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
Veja Também
Durante o programa Conexão Record News, a economista Carla Beni explicou que os problemas financeiros no país estão correlacionados, fazendo com que as PF (pessoas físicas), PJ (pessoas jurídicas) e o Estado devam muito.
“Nós temos o problema da taxa de juros, que é o motor da inadimplência; a taxa de juros, porque remunera os títulos públicos e, cada vez que o Banco Central sobe a taxa Selic, ele aumenta a despesa do Tesouro para pagar quem já tem esses papéis”, enfatizou a especialista.
“Então, nós estamos com as pessoas físicas devendo muito, as jurídicas devendo muito e o Estado devendo muito”, concluiu.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

















