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EUA: pedidos de auxílio-desemprego caem e consumo aumenta

Na última semana, 837 mil americanos deram entrada no Departamento de Trabalho para ter benefício; no final de março, número chegou a 6,8 milhões

Economia|Do R7

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Pedidos de auxílio-desemprego ainda são altos
Pedidos de auxílio-desemprego ainda são altos

O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, embora tenha permanecido em níveis de recessão, destacando a necessidade de outro pacote de resgate do governo.

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Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 837 mil em dado ajustados sazonalmente na semana encerrada em 26 de setembro, contra 873 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

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Economistas consultados pela Reuters projetavam 850 mil pedidos na semana passada.


Os pedidos se consolidaram em níveis elevados depois de irem abaixo de 1 milhão em agosto, uma vez que o governo mudou a maneira como elimina flutuações sazonais dos dados. Eles estão acima do pico de 665 mil visto durante a Grande Recessão de 2007-09, embora tenham recuado do recorde de 6,867 milhões no final de março.

Os ganhos do mercado de trabalho com a reabertura das empresas estão diminuindo e economistas preveem desaceleração das contratações até o final de 2020 e em 2021, se não houver outro pacote fiscal.

Relatório separado nesta quinta-feira do Departamento do Comércio mostrou que os gastos dos consumidores subiram 1,0% em agosto após aumento de 1,5% em julho. Economistas previam avanço de 0,8% em agosto dos gastos, que respondem por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA.

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