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Exportação de café solúvel terá recorde de 4 mi sacas em 2019

No acumulado dos dez primeiros meses de 2019, o café solúvel respondeu por 9,4% das exportações de todos os tipos de café do Brasil

Economia|Do R7

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Resultado superou marca histórica de 2017
Resultado superou marca histórica de 2017

As exportações de café solúvel do Brasil deverão atingir 4 milhões de sacas de 60 kg em 2019, superando a marca até então histórica de 2017, de 3,87 milhões de sacas exportadas, disse nesta segunda-feira a Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel).

No acumulado do ano até outubro, a exportação somou 3,340 milhões de sacas, volume que representa um crescimento de 9,4% na comparação com o mesmo período de 2018, com o país elevando embarques para vários destinos, assim como para o maior importador, os EUA.


A previsão de embarques do maior exportador global de café solúvel, assim como de grãos verdes, foi feita com base na performance alcançada pelo país até o mês passado, disse o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima.

No acumulado dos dez primeiros meses de 2019, o café solúvel respondeu por 9,4% das exportações de todos os tipos de café do Brasil, ficando em segundo lugar no ranking, atrás apenas da variedade arábica, mas situando-se à frente de robusta e torrado e moído.


Em relação à receita cambial, o país obteve 50,312 milhões de dólares com as exportações de café solúvel no mês passado, ampliando os ingressos para 494,2 milhões no acumulado do ano.

"Nos comparativos mensal e anual, a receita está 1% inferior em relação a 2018, mesmo com a ampliação do volume. Esse cenário, explica-se, contudo, pelos baixos preços do café no mercado internacional, os quais a indústria absorve na comercialização do produto", disse Lima, em nota.


Os Estados Unidos, que adquiriram 562.910 sacas de janeiro a outubro, volume 1% superior na comparação anual, foram os principais clientes do produto brasileiro.

Na sequência, vêm Rússia, com a compra de 325.143 sacas (-13%); Indonésia, com crescimento de 16% ante 2018 e a aquisição de 255.457 sacas; Japão, com a importação de 239.476 sacas (-6%); e Argentina, que comprou 194.925 sacas (-11%).

No ranking dos principais compradores do produto nacional, a associação destacou o crescimento registrado para alguns nações, como Espanha (+691%), México (+396%), Suécia (+288%), Croácia (+276%), Hong Kong (+157%) e Colômbia (+152%).

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