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Inflação das famílias mais pobres fica em 11,30% em 12 meses

O indicador recuou em relação ao acumulado registrado em janeiro e ficou abaixo do nacional

Economia|Do R7

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O índice teve um recuo em relação ao acumulado de 12 meses no mês de janeiro, quando havia registrado alta de 11,42%
O índice teve um recuo em relação ao acumulado de 12 meses no mês de janeiro, quando havia registrado alta de 11,42%

A inflação das famílias mais pobres, medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), apresentou variação de 0,73% em fevereiro, e ficou 1,18 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada em janeiro, quando o índice registrou variação de 1,91%.

De acordo com os dados do FGV (Fundação Getulio Vargas), o indicador acumula alta de 2,65%, no ano e, 11,30%, nos últimos 12 meses. O índice teve um recuo em relação ao acumulado de 12 meses no mês de janeiro, quando havia registrado alta de 11,42%. E também ficou abaixo do índice nacional, o IPC-BR, que acumulou alta de 10,37% nos últimos 12 meses.


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Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação em fevereiro deste ano:

— Alimentação (2,63% para 1,01%);


— Transportes (4,02% para 1,55%);

— Habitação (1,04% para 0,08%);


— Educação, Leitura e Recreação (3,73% para 0,38%);

— Vestuário (0,39% para 0,31%).

Nestes grupos, os destaques — respectivamente — partiram dos itens: hortaliças e legumes (19,99% para -0,01%), tarifa de ônibus urbano (6,11% para 1,82%), tarifa de eletricidade residencial (2,53% para -2,33%), cursos formais (11,40% para 0,00%) e roupas (0,42% para 0,21%).

Em contrapartida, os grupos: saúde e cuidados pessoais (0,38% para 0,58%), comunicação (0,34% para 0,66%) e despesas diversas (1,80% para 1,84%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Nestas classes de despesa, destacam-se — respectivamente — os itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,11% para 0,93%), tarifa de telefone residencial (0,16% para 0,35%) e cartão de telefone (0,04% para 0,83%).

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