Inflação na OCDE baixa dois décimos em setembro e atinge 1,5%
Os alimentos subiram 1,9% em 12 meses até setembro. Em agosto, essa ascensão era de 2,1%
Economia|Do R7

A taxa de inflação anualizada no conjunto da OCDE diminuiu em dois décimos em setembro para ficar em 1,5%, essencialmente pela estagnação dos preços da energia e, em menor medida, pela desaceleração dos alimentos.
A energia se manteve estável entre setembro de 2012 e o mesmo mês de 2013, frente a uma alta anualizada de 1,7% no mês precedente, destacou nesta quarta-feira em comunicado a ODCE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).
Os alimentos subiram 1,9% em 12 meses até setembro, quando até agosto a ascensão tinha sido de 2,1%. À margem desses dois elementos, o núcleo da inflação média na OCDE se manteve em 1,6% em setembro, como no mês precedente.
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O arrefecimento da inflação geral foi perceptível na zona do euro, com um rebaixamento de dois décimos na taxa anualizada a 1,1%.
Dentro dos países da moeda única, os níveis mais baixos da inflação harmonizada se deram em três dos países mais afetados pela crise: Irlanda (0%), Portugal (0,3%) e Espanha (0,5%).
Isso sem levar em conta a Grécia, que vive uma situação de deflação com preços que caíram 1% entre setembro de 2012 e o mesmo mês de 2013, e nesse mesmo período a energia encareceu 7,1%.
Nos três grandes países da zona do euro, os preços avançaram nesses 12 meses 0,9% na Itália, 1% na França e 1,6% na Alemanha. Fora do euro, a inflação nos Estados Unidos ficou situada em 1,2%, três décimos a menos que em agosto.
No Reino Unido, a inflação se manteve sem mudanças em um nível significativamente mais elevado, 2,7%. O Japão marcou o contraponto na OCDE, com uma ascensão de dois décimos em sua taxa anualizada, até 1,1%.















