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Inflação oficial acumulada em 12 meses dá um alívio e fica em 5,86%

O centro da meta do governo é de 4,5% e o limite é de até 6,5% em um ano

Economia|Do R7

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Transporte foi o grupo que teve a mais forte aceleração de agosto para setembro, passando de -0,06 % para 0,44%
Transporte foi o grupo que teve a mais forte aceleração de agosto para setembro, passando de -0,06 % para 0,44%

A inflação oficial de setembro, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), chegou a 0,35%, acima do registrado em agosto (0,24%) e acumulou alta de 5,86% em 12 meses. O resultado apresentou um alívio, já que os 12 meses finalizados em agosto fecharam em 6,09%. Em setembro de 2012 a taxa havia ficado em 0,57%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco mostraram resultados superiores aos verificados no mês anterior e quatro ficaram abaixo. Transporte foi o que apresentou a mais forte aceleração de agosto para setembro, passando de -0,06 % para 0,44%.


As passagens aéreas se destacaram, com 0,08 ponto percentual tendo em vista a alta de 16,09%. Além disso, as tarifas dos ônibus urbanos se apresentaram estáveis em setembro, no mês anterior a taxa foi de -0,20%.

Por outro lado, o litro da gasolina caiu mais do que em agosto, passando de -0,15% para -0,42%, enquanto a variação de preços do litro de etanol foi de -1,16% em agosto para -0,72% em setembro.


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Alimento


Alimentação e bebidas também subiramu, passando de 0,01% em agosto para 0,14% em setembro já que os alimentos de consumo no domicílio saíram de -0,34% para -0,03%, configurando uma queda bem menos intensa de um mês para o outro. Os principais produtos em alta encontram-se a seguir, com destaque para o pão francês, que ficou 3,37% mais caro.

Quanto aos alimentos em queda no mês, o destaque ficou com o feijão-carioca, que ficou 13,95% mais barato e exerceu o principal impacto para baixo, com -0,04 ponto percentual.


Habitação

No setor habitação, que passou de 0,57% em agosto para 0,62% em setembro, a pressão foi exercida pelo gás de botijão (de 0,28% para 2,01%), aluguel residencial (de 0,74% para 0,80%) e artigos de limpeza (de 0,35% para 0,71%).

Mesmo assim houve redução na taxa de itens com peso expressivo no orçamento das famílias, como condomínio (de 0,92% para 0,23%), mão de obra para pequenos reparos (de 1,08% para 0,60%) e energia elétrica (de 0,57% para 0,36%).

Roupas

Os artigos de vestuário também mostraram aceleração nos preços de agosto para setembro, saindo de 0,08% para 0,63%, com destaque para as roupas femininas (de -0,37% para 1,43%) e calçados (de -0,11% para 0,58%), enquanto o grupo saúde e cuidados pessoais manteve o mesmo nível do mês anterior, com 0,45% em agosto e 0,46% em setembro.

Redução

Do lado dos grupos que apresentaram redução nas taxas em relação ao mês anterior, os itens mobiliário (que passou de 1,22% em agosto para -0,19% em setembro) e conserto de equipamentos domésticos (que foi de 1,16% para 0,84%) foram destaques nos artigos de residência (de 0,89% para 0,65%).

Nas despesas pessoais (de 0,39% para 0,20%), sobressaíram os itens recreação (indo de 0,80% para -0,24%) e empregados domésticos (de 0,53% para 0,46%).

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