Inflação semanal avança em 4 das 7 capitais pesquisadas pela FGV
BH e SP foram as cidades que tiveram o maior aumento entre uma semana e outra
Economia|Do R7

A inflação semana, medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), registrou variação de 0,78% na primeira semana de novembro, 0,02 ponto percentual (p.p.) acima da taxa divulgada na última apuração.
De acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas), quatro das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação. Belo Horizonte e São Paulo foram as cidades que tiveram o maior aumento de uma semana para a outra.
Para os consumidores da capital mineira, o índice registrou variação de 0,84%, na apuração realizada na primeira semana de novembro. O resultado foi 0,12 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 0,72%.
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Na cidade, três das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: transportes e alimentação, cujas taxas passaram de 1,15% para 1,80%, e de 1,15% para 1,31%, respectivamente.
Os paulistanos tiveram uma variação de 0,84% nos preços na primeira semana deste mês. O resultado foi 0,09 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 0,75%.
Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação: alimentação (0,63% para 0,83%), transportes (2,04% para 2,25%), educação, leitura e recreação (-0,01% para 0,19%), comunicação (0,00% para 0,06%) e despesas diversas (0,23% para 0,24%).
Para cada um destes grupos destacam-se os itens: hortaliças e legumes (-7,59% para -1,08%), etanol (16,95% para 17,68%), salas de espetáculo (-1,22% para -0,07%), mensalidade para TV por assinatura (0,00% para 0,13%) e alimentos para animais domésticos (0,68% para 1,59%), respectivamente.

Recife e Porto Alegre também tiveram aumento na variação dos preços na semana passada. Na capital gaúcha, o aumento foi de 0,96%, 0,06 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 0,90%. Já na capital pernambucana, a variação foi de 0,39%, 0,01 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na segunda semana de outubro, que foi de 0,40%.
Na cidade do Sul, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: vestuário e saúde e cuidados pessoais, cujas taxas passaram de 1,00% para 1,63%, e de 0,63% para 0,91%, respectivamente.
Já na cidade nordestina, duas das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: Alimentação e Habitação, cujas taxas passaram de 0,12% para -0,04%, e de 0,87% para 0,82%, respectivamente.
Redução
Já as cidade de Brasília, Salvador e Rio de Janeiro tiveram recuo em suas variações de preço. A primeira registrou variação de 1,27%, 0,19 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 1,46%.
No Rio de Janeiro, a variação foi de 0,40%, 0,06 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 0,46%. E em Salvador, o indicador foi de 0,77%, 0,01 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na quarta semana de outubro, que foi de 0,78%.
No Centro-Oeste, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: transportes e educação, leitura e recreação, cujas taxas passaram de 5,49% para 4,00%, e de 0,36% para 0,21%, respectivamente.
No Rio, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: vestuário e despesas diversas, cujas taxas passaram de 0,75% para 0,27%, e de 0,11% para -0,10%, respectivamente.
E na capital baiana, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: habitação e transportes, cujas taxas passaram de 1,71% para 1,16%, e de 1,69% para 1,17%, respectivamente.












