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Inflação semanal desacelera em 5 das 7 capitais pesquisadas pela FGV

Apenas Salvador e Belo Horizonte tiveram variação maior na última semana de dezembro

Economia|Do R7

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Rio de Janeiro foi a cidade que teve a maior variação, 1,33% entre uma semana e outra
Rio de Janeiro foi a cidade que teve a maior variação, 1,33% entre uma semana e outra

A inflação semanal, medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), na última semana de dezembro registrou variação de 0,88%, 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na apuração anterior. De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (5) pela FGV (Fundação Getulio Vargas), cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

Em Brasília, a variação registrada na quarta semana de dezembro foi de 0,97%. O resultado foi 0,01 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na terceira semana do mês passado, que foi de 0,98%. Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: educação, leitura e recreação e transportes, cujas taxas passaram de 2,67% para 1,56%, e de 1,16% para 0,86%, respectivamente.


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Em Porto Alegre, os preços aos consumidores tiveram variação de 0,69% nesta apuração contra 0,77% na anterior, ou seja 0,08 ponto percentual (p.p.) inferior. Lá, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: transportes e educação, leitura e recreação, cujas taxas passaram de 1,58% para 0,94%, e de 1,11% para 0,86%, respectivamente.

Na cidade de Recife, o IPC-S registrou variação de 0,81%, na apuração realizada na quarta semana de dezembro. O resultado foi 0,07 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na terceira semana do mês passado, que foi de 0,88%.


Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: alimentação e habitação, cujas taxas passaram de 2,18% para 1,86%, e de 0,07% para -0,10%, respectivamente.

No Rio de Janeiro, o preço ao consumidor registrou variação de 1,33%, na última apuração. O resultado foi 0,15 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na terceira semana de dezembro, que foi de 1,48%.


Nesta edição, quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: habitação e educação, leitura e recreação, cujas taxas passaram de 1,49% para 0,66%, e de 1,05% para 0,80%, respectivamente.

Em São Paulo, o IPC-S registrou variação de 0,71%, na apuração realizada na quarta semana de dezembro de 20151. O resultado foi 0,06 ponto percentual (p.p.) inferior ao divulgado na terceira semana de dezembro, que foi de 0,77%.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: transportes (0,70% para 0,28%), vestuário (0,83% para 0,56%), saúde e cuidados pessoais (0,90% para 0,78%), educação, leitura e recreação (0,71% para 0,51%) e comunicação (0,24% para 0,12%).

Aumento

Somente Salvador e Belo Horizonte tiveram aumento na variação entre uma semana e outra. Na capital baiana, o IPC-S registrou variação de 0,93%, na apuração realizada na quarta semana de dezembro de 20151. O resultado foi 0,06 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na terceira semana de dezembro, que foi de 0,87%.

Nesta edição, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: vestuário e alimentação, cujas taxas passaram de 0,82% para 1,14%, e de 1,36% para 1,61%, respectivamente.

Em Belo Horizonte, a variação na última semana do mês foi de 0,72%. O resultado foi 0,13 ponto percentual (p.p.) superior ao divulgado na terceira semana de novembro, que foi de 0,59%.

Nesta edição, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação, entre as quais se destacam os grupos: vestuário e alimentação, cujas taxas passaram de 0,50% para 1,66%, e de 1,73% para 2,03%, respectivamente.

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