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Levy diz que novas linhas de bancos públicos para setor automotivo não afetam fiscal

Ministro da Fazenda argumentou que a qualidade de crédito das empresas será levada em conta

Economia|Do R7

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Levy disse que qualidade de crédito das empresas será considerado
Levy disse que qualidade de crédito das empresas será considerado

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta quarta-feira (19) que as linhas de crédito abertas pelos bancos públicos — Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal — ao setor automotivo, que podem ser estendidas a outros, não afetam o ajuste fiscal e não oferecem riscos.

Levy argumentou, após participar de evento no Rio de Janeiro, que os bancos estão levando em conta a qualidade de crédito das empresas.


Hoje, o Banco do Brasil anunciou que antecipará a fornecedores da cadeia automotiva R$ 3,1 bilhões até o final deste ano, no âmbito do protocolo firmado com o segmento e que contempla 26 empresas.

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Além disso, a instituição anunciou ainda que, a partir da ampliação de acordos do gênero, pretende alcançar 500 empresas com desembolso de aproximadamente R$ 9 bilhões de diversos setores produtivos como cooperativas, incorporadoras e grandes empresas exportadoras.

Na última terça-feira (18), a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, assinou um convênio na forma de "condições especiais" em linhas de crédito para capital de giro e investimento e descontos em juros de empresas que se comprometerem a não demitir funcionários durante a crise atravessada pelo setor automotivo.

O objetivo do acordo, assinado entre o banco, a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores) e a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), é oferecer condições de apoio ao desenvolvimento de toda a cadeia produtiva e deve ser expandido a outros setores da economia.

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