Mesmo produto pode custar R$ 501 a mais na comparação entre lojas em SP
Levantamento do Procon-SP foi feito em oito estabelecimentos na capital paulista
Economia|Do R7

A Fundação Procon-SP realizou uma pesquisa comparativa de preços de eletrodomésticos em oito estabelecimentos comerciais das principais redes de varejo localizados na cidade de São Paulo.
Os produtos pesquisados de diferente marcas e modelos foram: climatizador e depurador de ar, fogão, forno micro-ondas, refrigerador, lava-louças, lavadora de roupas semiautomática e automática, lavadora e secadora e secadora de roupas.
Segundo o levantamento, a maior diferença entre o maior e o menor preço foi encontrada no fogão de piso da Electrolux, modelo 76BSP, 05 bocas, cor branca, bivolt. O maior valor encontrado foi de R$ 1.599 e o menor R$ 1.098,00. A disparidade chega a ser de R$ 501, uma variação de 45,63%. O custo médio deste eletrodoméstico é de R$ 1.273,75.
A titulo de comparação também, um forno micro-ondas ative grill de 30 litros, cor inox – 110/127V, da Brastemp, custa na loja CEM, na zona norte, R$ 648. Já no Ponto Frio da zona oeste, o preço sobe para R$ 799. O mesmo valor para este produto é encontrado nas Casas Bahia do centro da Capital Paulista.
O refrigerador de uma porta, frost free, 300 litros, da cor branca – 110/127V é vendido por R$ 1.190 na loja Magazine Luíza, na zona norte, e R$ 1.499 no Ponto Frio da zona oeste. Já no Extra do centro, o mesmo produto é encontrado por R$ 1.099,90.
Na comparação de um climatizador de ar, cor branca, da marca Consul, 6 litros – 110V/127V, o produto é encontrado por R$ 448 na loja CEM da zona norte. Em uma unidades da Pernambucanas na zona leste, o preço sobe um pouco e é vendido por R$ 459,00 e nas Casas Bahia no centro R$ 429.
O Procon orienta que o consumidor antes de comprar um eletrodoméstico, faça uma pesquisa e considere além do preço, as marcas e modelos disponíveis no mercado. O manual de instruções deve ser lido atentamente.
O comprador deve guardar também a nota fiscal ou cupom fiscal e o termo de garantia. Os documentos são necessários em caso de problemas de funcionamento do produto. Caso a mercadoria apresenta algum defeito dentro do prazo 90 dias para bens duráveis, como os eletrodomésticos, estabelecido pelo Código de Defesa do Consumidor, é necessário encaminhar a uma assistência técnica que tem até 30 dias para fazer o reparo.
Segundo a Fundação Procon-SP, se a assistência técnica não fizer o conserto dentro do prazo, o consumidor pode escolher entre a substituição do produto ou a devolução de valores.
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A pesquisa foi feita entre os dias 14 e 15 de outubro. O órgão de defesa do consumidor ressalta que os preços encontrados referem-se a esse período e que, portanto, os custos atuais podem ser deferentes.
Especialista esclarece detalhes do Direito do Consumidor. Confira no vídeo abaixo:















