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Metalúrgicos argentinos cancelam greve para fazer mediação com governo

Economia|Do R7

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Buenos Aires, 5 mai (EFE).- Os sindicatos metalúrgicos argentinos desconvocaram a greve nacional de 36 horas anunciada para amanhã que reivindicaria melhoras salariais depois de o Ministério do Trabalho determinar nesta terça-feira conciliação obrigatória por dez dias. A União Operária Metalúrgica (UOM), liderada por Antonio Caló, líder da ala mais próxima ao kirchnerismo da Confederação Geral do Trabalho (CGT), anunciou que acatará a ordem do ministério do Trabalho, e confirmou que o Executivo convocou uma reunião entre sindicatos de trabalhadores e patronais para a próxima quinta-feira com o objetivo de destravar as negociações salariais. A UOM tinha anunciado ontem uma greve nacional de 36 horas, que deveria começar amanhã, após não chegarem a um acordo nas negociações anuais para atualizar os salários em relação à elevada inflação. Os sindicatos reivindicam um aumento de 30% enquanto o setor empresarial propõe no máximo 22%. O conflito com os metalúrgicos chegou ao ápice menos de seis meses para as eleições presidenciais, convocadas para outubro, e um mês depois da última greve nacional, protagonizada pelos sindicatos do transporte que reivindicaram menores exigências fiscais. Caló, simpático ao governo, tinha anunciado hoje à imprensa local que suspenderia a greve se o governo determinasse a conciliação, mas que voltará a convocá-la após terminar o prazo determinado pela lei se não chegarem a um acordo. EFE ngp/cd

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