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Planejamento diz que restrição de gastos preserva áreas prioritárias em Saúde e Educação

Governo vem aplicando medidas de rigor fiscal para resgatar a confiança do mercado

Economia|Do R7

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A medida que limita os gastos não obrigatórios do governo federal a 1/18 por mês do valor do projeto de lei orçamentária não atinge investimentos em áreas prioritárias em Saúde e Educação, informou nesta sexta-feira o Ministério do Planejamento.

O decreto que limita as despesas foi publicado no Diário Oficial da União na última quinta-feira (8), sinalizando mais rigor fiscal do governo para resgatar a confiança dos agentes econômicos. Antes do decreto, o governo poderia desembolsar até 1/12 do orçamento mensalmente.


Segundo nota do Planejamento nesta sexta, o decreto "não atinge recursos de investimento. Somente verbas de custeio como diárias, passagens, telefone, luz, água e serviços de limpeza e conservação".

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Programas de Educação como o Alimentação Escolar e todas as ações financiadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, além do Programa Dinheiro Direto na Escola, não serão atingidos pelo corte, de acordo com o Planejamento.

Na área da Saúde, o Planejamento disse que as restrições não afetam ações como atenção à saúde da população para procedimentos em média e alta complexidade e o atendimento com medicamentos para tratamento dos portadores de HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, entre outras.

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