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Preço médio de imóveis residenciais sobe 0,55% em novembro no País

Movimento foi mais forte em São Paulo, com alta de 5,34% no período. Rio de Janeiro e Recife registraram elevação de 0,40% e 1,28%, respectivamente

Economia|Do R7

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Pesquisa da Abecip mostra que 10 capitais tiveram alta nos preços de imóveis
Pesquisa da Abecip mostra que 10 capitais tiveram alta nos preços de imóveis

O preço nominal médio dos imóveis residenciais cresceu 0,55% em novembro no País, mostrando uma aceleração na comparação com outubro, quando a alta foi de 0,26%.

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No acumulado dos últimos 12 meses até novembro, o preço dos imóveis subiu 3,11%, mostrando aceleração frente ao acumulado nos últimos 12 meses até outubro, quando subiu 2,74%.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 18, pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), cuja pesquisa considera os valores de imóveis vendidos por meio de financiamento bancário em 10 capitais.


A pesquisa mostrou que todas as 10 capitais tiveram alta nos preços médios no mês: São Paulo (0,84%), Curitiba (0,71%), Brasília (0,52%), Salvador (0,49%), Porto Alegre (0,41%), Recife (0,39%), Rio de Janeiro (0,33%), Fortaleza (0,17%), Belo Horizonte (0,11%) e Goiânia (0,10%).

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Em nota, a Abecip avaliou que São Paulo continua sendo o destaque de alta, com os maiores avanços nos preços. No entanto, o movimento de recuperação já está se disseminando entre todas as capitais analisadas, mesmo que em ritmos distintos.

A associação destacou que todas as cidades já têm preços em alta se considerado o período acumulado de janeiro a novembro de 2019.


O movimento foi mais forte em São Paulo, com alta de 5,34% no período. Já cidades como Rio de Janeiro e Recife, cujos preços acumulavam queda até outubro, viraram para o campo positivo em novembro, com altas de 0,40% e 1,28%, respectivamente.

Na visão da Abecip, a retomada dos preços dos imóveis residenciais tende a continuar, refletindo a recuperação da economia brasileira como um todo, sustentada, principalmente, pela redução das taxas de juros dos financiamentos para compra da casa própria, e aumento do nível de confiança dos consumidores.

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