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Prévia do PIB fecha 1º trimestre com alta de 0,3%

Índice de Atividade Econômica do Banco Central incorpora serviços, indústria e agropecuária

Economia|Do R7

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Economia recuou 0,11% em março ante fevereiro, mas fechou o primeiro trimestre com alta de 0,30%
Economia recuou 0,11% em março ante fevereiro, mas fechou o primeiro trimestre com alta de 0,30%

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado espécie de sinalizador do PIB (Produto Interno Bruto), recuou 0,11% em março ante fevereiro, mas fechou o primeiro trimestre com alta de 0,30% sobre o período anterior, de acordo com dados dessazonalizados, informou o BC (Banco Central) nesta sexta-feira (16).

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.


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Em janeiro, também na comparação mensal, o IBC-Br --espécie de sinalizador do PIB (Produto Interno Bruto) havia crescido 1,47%.


O economista-chefe do Banco Fator,José Francisco Gonçalves, avaliou que a trajetória (do IBC-Br) é inequívoca ao mostrar estagnação da economia, os números não são convincentes. Ele vê o PIB crescendo neste ano em torno de 1,6%.

— O crescimento do PIB no primeiro trimestre não deve ser mais do que 0,5%.


Segundo o IBC-Br, o primeiro trimestre deste ano teve expansão de 0,30% sobre os três últimos meses de 2013. No quarto trimestre passado, o PIB cresceu 0,7% sobre o período anterior, fechando 2013 com crescimento de 2,3%, de acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O resultado mensal do IBC-BR de março ficou em linha com a expectativas em pesquisa da Reuters, de recuo de 0,10%. Em 12 meses, o avanço foi de 2,11% também em março.


A economia brasileira não consegue mostrar recuperação neste ano, afetada pelo mau desempenho de importantes setores, como o industrial, e pela falta de confiança dos agentes econômicos. O cenário também inclui vendas no varejo sem força, em meio à inflação elevada e crédito mais caro, vindo da política de aperto monetário adotado pelo BC há um ano e que tirou a Selic da mínima histórica de 7,25% para os atuais 11%.

"Considerando-se outros indicadores coincidentes, continuamos acreditando que o PIB do primeiro trimestre apresentará desaceleração ante o período anterior", afirmou em nota o diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, Octavio de Barros.

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Em março, a produção industrial recuou 0,5% em meio à perda de força dos investimentos, enquanto as vendas no varejo sofreram com os preços altos e caíram 0,5%. A expectativa de economistas ouvidos pelo BC, via pesquisa Focus, é de que o PIB crescerá apenas 1,69% neste ano, abaixo dos 2,3% vistos em 2013.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga no dia 30 de maio os dados sobre o PIB do primeiro trimestre deste ano.

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