Logo R7.com
RecordPlus

Previdência privada é a aplicação que mais cresceu neste ano

Pesquisa mostra ainda que 42,2% dos consumidores possuem algum tipo de aplicação

Economia|Do R7

  • Google News
Dos consumidores endividados, 35,2% possuem aplicação, aumento de 2,9 pontos porcentuais em comparação a setembro
Dos consumidores endividados, 35,2% possuem aplicação, aumento de 2,9 pontos porcentuais em comparação a setembro Nastco/Getty Images/iStockphoto

Os consumidores paulistanos estão poupando mais em vez de contrair novos financiamentos. Foi o que mostrou a pesquisa de risco e intenção de endividamento da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) divulgada nesta segunda-feira (10).

Do total de entrevistados em outubro, 42,2% possuem algum tipo de aplicação — alta de 0,8 ponto porcentual. Além disso, dos consumidores endividados, 35,2% possuem aplicação, aumento de 2,9 pontos porcentuais em comparação a setembro (32,3%) deste ano.


Dentre os tipos de aplicação, a poupança ainda é a modalidade mais escolhida, com 73,3%; contudo, a previdência privada vem ganhando espaço e, em outubro, alcançou 7,8% do total de entrevistados.

Leia mais sobre Economia e ajuste suas contas


VÍDEO: Advogado esclarece grande busca por previdência privada no Brasil

Seja bombardead@ de boas notícias. R7 Torpedos


A pesquisa mostra ainda que o índice de intenção de financiamento caiu 3,5% em relação ao mês anterior, ao passar de 24,8 para 23,9 pontos. Quanto aos entrevistados, 87,1% deles não querem contrair nenhum tipo de financiamento nos próximos três meses e, na comparação anual, o desinteresse pela contratação de novas linhas de crédito aumentou 2,0 pontos percentuais.

Esse cenário conservador fez com que o indicador de risco melhorasse justamente no ponto em que o risco é mais imediato: entre os consumidores endividados. A melhora de 2,4% no índice de segurança de crédito deve-se ao aumento de 9,0% dos consumidores endividados e à diminuição de 2,7% na segurança daqueles que não possuem dívidas.


Para a assessoria econômica da FecomercioSP, essa evolução na segurança ocorre graças ao incremento da poupança das famílias e do conservadorismo em razão das incertezas momentâneas da economia do País. Além disso, enquanto o índice de desemprego estiver em baixa, o mercado de crédito não corre riscos excessivos de inadimplência.

Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.