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Tarifa de ônibus pesa no orçamento e inflação semanal sobe 1,78%

Apenas alimentação e vestuário tiveram desaceleração na última semana de janeiro, diz FGV

Economia|Do R7

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Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação
Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação

A inflação semanal, medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), de 31 de janeiro de 2016, apresentou variação de 1,78%, 0,23 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação, de acordo comdados da FGV (Fundação Getulio Vargas). Com esse resultado, o indicador acumula alta de 1,78%, no ano e, 10,59%, nos últimos 12 meses.

Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (1,50% para 2,08%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item tarifa de ônibus urbano, cuja taxa passou de 4,64% para 6,62%.


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Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:

— Habitação (0,85% para 1,21%);


— Educação, Leitura e Recreação (4,02% para 5,08%);

— Despesas Diversas (1,34% para 1,64%);


— Saúde e Cuidados Pessoais (0,57% para 0,59%);

— Comunicação (0,71% para 0,72%).

Nestas classes de despesa, vale destacar — respectivamente — o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (1,91% para 2,69%), cursos formais (7,62% para 10,31%), cigarros (1,71% para 2,36%), medicamentos em geral (0,24% para 0,32%) e mensalidade para internet (0,87% para 0,98%).

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos:

— Alimentação (2,44% para 2,25%);

— Vestuário (0,22% para 0,19%).

Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: hortaliças e legumes (20,95% para 18,63%) e vestido e saia (-0,57% para -1,54%), respectivamente.

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