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Tomate e peixe encarecem custo de vida do Paulistano

No setor de serviços, o destaque foi a alta na taxa de água e esgoto

Economia|Do R7

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Tomate registrou alta de 10,20% em outubro
Tomate registrou alta de 10,20% em outubro

O CVCS (Índice de Custo de Vida por Classe Social) subiu 0,43% em outubro, segundo pesquisa divulgada pela FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (19). A alta foi puxada principalmente pelos grupos alimentação e bebida que teve elevação de 0,71%.

O levantamento também analisa a alta de preços de produtos através do IPV (Índice de Preços do Varejo). Com isso, as maiores altas foram registradas no peixe merluza (11,19%), tomate (10,20%), uva (9,55%), laranja-pera (4,77%), banana-d’água (4,09%), abacaxi (4,03%) e carne de porco (3,97%).


Já na avaliação do IPS (Índice de Preços de Serviços), os setores que mais pesaram no bolso foram habitação (0,87%) e transportes (0,77%). Em habitação, o destaque foi a alta em taxa de água e esgoto (1,28%) e energia elétrica residencial (1,52%). Já em transportes, as maiores altas foram registradas em seguro voluntário de veículo (2,11%), conserto de automóvel (1,40%) e lubrificação e lavagem (1,48%).

Com relação às faixas de renda, as classes que mais sentiram o aumento do custo de vida foram a A (0,48%)— sobretudo pelo aumento dos transportes (0,73%), que representa 25% do orçamento das famílias dessa classe — e a E (0,44%). Já as menos afetadas foram a B (0,40%) e a C (0,42%).


Segundo a FecomercioSP, o cenário atual mostra que os preços dos serviços estão mais pressionados do que os dos produtos. Por causa desta questão, a alta nos preços dos serviços afeta mais as famílias de renda elevada que consomem mais serviços do que produtos.

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Apenas o grupo de artigos do lar teve uma variação negativa de 0,59%. Já o preço do grupo comunicação e educação se manteve estável (0%). Porém a participação deles no orçamento das famílias é mínima e não ultrapassa 15%.

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