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Venda de ostras é proibida em SC após toxina ser encontrada

Estado vende produtos principalmente para São Paulo e Rio de Janeiro

Economia|Do R7

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SC responde por 95% da produção de ostras
SC responde por 95% da produção de ostras

A Secretaria da Pesca de Santa Catarina proibiu nesta quinta-feira (19) o cultivo e a comercialização de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões no Estado.

O anúncio foi feito após uma toxina ser encontrada na água de uma fazenda de ostras na Ilha João Cunha, no município de Porto Belo.


O governo do Estado afirma que a toxina PSP pertence ao grupo saxitoxina, pode causar diarreia, náuseas, vômitos, dores abdominais, perda de sensibilidade nas extremidades corpo e, em casos severos, paralisia generalizada e óbito por falência respiratória.

Os sintomas aparecem imediatamente após consumo dos moluscos contaminados.


Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), o Estado é o maior produtor nacional de moluscos do país, respondendo por cerca de 95% da produção.

Os maiores mercados consumidores são São Paulo e Rio de Janeiro.

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