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Análise: a ciência não pode começar só nos laboratórios grandes e bem equipados de universidades

Fiocruz prorroga prazo para inscrições da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente para até 20 de julho

Educação|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Fiocruz prorrogou as inscrições da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente até 20 de julho.
  • A Olimpíada incentiva a comunicação entre saúde, ciência, educação e meio ambiente, aceitando trabalhos de estudantes de escolas públicas e privadas.
  • Rafael Parente destaca a importância da ciência começar nas salas de aula, com professores engajados e estudantes curiosos.
  • A premiação "Menina Hoje, Cientista Amanhã" valoriza professores e incentiva o protagonismo feminino na ciência.

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A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) prorrogou as inscrições da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente. Agora, o prazo termina no dia 20 de julho. A Olimpíada é uma oportunidade para docentes inscreverem projetos de alunos que criem uma comunicação entre as áreas de saúde, ciência, educação e meio ambiente.

São aceitos trabalhos de estudantes de escolas públicas e privadas em todo o país, em diversos formatos. E a participação é gratuita. Rafael Parente, PhD em educação e pesquisador, ressalta que “a ciência não pode começar só nos laboratórios grandes e bem equipados de universidades”. Ela deve começar na sala de aula, das escolas públicas e particulares, com perguntas, professores engajados e com os estudantes olhando com curiosidade para o mundo à sua volta.


Profissional em laboratório manipula amostra com micropipeta usando óculos de proteção e luvas
São aceitos na Olimpíada trabalhos de estudantes de escolas públicas e privadas em todo o país Reprodução/Record News

“Uma iniciativa como essa da Olimpíada ajuda a colocar e transformar problemas reais em investigações reais, em produção de texto, produção audiovisual e projetos de ciências nas escolas. Eu também acho super importante que exista essa valorização dos professores e o incentivo ao protagonismo feminino com essa premiação, que é a ‘Menina Hoje, Cientista Amanhã’. A gente precisa, no nosso país, formar mais jovens interessados em ciência desde cedo, especialmente as meninas e estudantes de escolas públicas”, destaca, em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (30).

O especialista reforça a importância de mostrar aos estudantes uma conexão entre um tema que eles estão trabalhando dentro das salas de aula e problemas reais que estão sendo enfrentados e debatidos em todo o mundo.

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