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Jovens da América Latina querem professores melhores, mostra pesquisa 

Estudo aponta que  a juventude está preocupada com a qualidade da formação docente

Educação|Do R7*

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49% dos jovens dos Estados Unidos e 47% da Europa dizem priorizar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal
49% dos jovens dos Estados Unidos e 47% da Europa dizem priorizar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal

Uma pesquisa lançada nesta semana pela Fundação Telefônica mostrou que os jovens latino-americanos estão insatisfeitos com o sistema de ensino de seus países. O levantamento, nomeado de Global Millennial, foi realizado com jovens de 18 a 30 anos, os chamados de millennials, de 18 países em três regiões, incluindo América Latina, Europa Ocidental e os Estados Unidos.

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Com o objetivo de ajudar a compreensão sobre quais são as aspirações e características desses jovens, a pesquisa mostra que a maior preocupação deles, em relação ao que deve ser melhorado em seus países em termos de infraestrutura, está relacionado a educação.

Essa foi a opinião de 52% dos jovens entrevistados na Europa, 57% dos norte-americanos e 67% dos latino-americanos. Fazendo o recorte brasileiro, esse número chega a 70% dos entrevistados.


Na América Latina, 69% dos entrevistados acreditam que a qualidade dos professores é o maior entrave na área, seguida da qualidade dos cursos (64%) e o acesso à tecnologia (61%).

Otimismo


A pesquisa também revelou que 72% dos entrevistados da América Latina acreditam que os melhores dias de seus países ainda estão por vir. O que mostra que eles estão satisfeitos com suas vidas e otimistas sobre suas perspectivas para o futuro. Somente 51% dos os norte-americanos e 50% dos europeus compartilham dessa opinião.

Além disso, enquanto 49% dos jovens dos Estados Unidos e 47% da Europa dizem priorizar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, na América Latina a prioridade de 39% deles é encontrar boas oportunidades de treinamento e desenvolvimento em suas carreiras.


A pesquisa foi realizada em parceria com a Penn Schoen Berland e ouviu 6.702 jovens, que responderam a um questionário on-line, entre junho e agosto deste ano.

Além dos Estados Unidos, na América Latina, foram entrevistados jovens da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela.

Na Europa Ocidental, foram contemplados jovens da Alemanha, Espanha e Reino Unido. A amostra selecionada de cada país foi proporcional ao número de jovens com acesso à internet.

*Com informações do Porvir 

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