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‘O aluno vai ter que pensar mais’: especialista elogia mudanças na Fuvest

Para Cláudia Costin, vestibular da USP se aproxima do Enem ao valorizar ainda mais o diálogo entre as diferentes disciplinas

Educação|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Fuvest anunciou mudanças no modelo da segunda fase do vestibular da USP, válidas a partir de 2028.
  • O segundo dia de prova será estruturado por grandes áreas do conhecimento, com cerca de 10 questões discursivas.
  • A redação passará a incluir outros gêneros textuais além da dissertação, como cartas e textos literários.
  • As mudanças visam tornar o ensino menos baseado em memorização e mais em análise e aprofundamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Fuvest detalhou o novo modelo da segunda fase do vestibular da USP (Universidade de São Paulo), que passa a valer em 2028.

O segundo dia de prova vai deixar de ser organizado por disciplinas tradicionais e passará a ser estruturado por grandes áreas do conhecimento. Além disso, o teste avaliativo específico vai ter cerca de 10 questões discursivas.


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Em entrevista ao Conexão Record News, a especialista em educação Cláudia Costin explica que a prova da Fuvest foi se atualizando ao longo do tempo e hoje tem buscado ser interdisciplinar, semelhante ao formato Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Segundo Cláudia, as principais mudanças virão já nas avaliações do próximo ano, que terão como alvo o ingresso na universidade no ano de 2028.

“Já nessa primeira edição, com algumas mudanças. A primeira fase vai ter menos questões para permitir maior aprofundamento [...]. As transformações maiores vão vir no vestibular, não desse ano, no próximo, justamente para que os alunos possam se preparar para essa nossa realidade”, ressalta a especialista.


Além disso, Cláudia enfatiza que, em tempos em que a inteligência artificial tem substituído postos de trabalho em uma velocidade recorde, é importante que o ensino mude e evolua a fim de se tornar um formato menos “decoreba” e mais análise e aprofundamento.

A redação também vai mudar; ela vai trabalhar com outros gêneros textuais, não só dissertação; podem ser cartas, podem ser textos literários. Vale a pena preparar os alunos já a partir do ano que vem”, aponta.

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