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Programa do governo federal enviará professores para capacitação na Finlândia

Chamada pública prevê investimento de R$ 2 milhões no projeto 

Educação|Do R7*

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Na Finlândia, os projetos serão desenvolvidos nas universidades de ciências aplicadas Hamk, Haaga-Helia e Tamk
Na Finlândia, os projetos serão desenvolvidos nas universidades de ciências aplicadas Hamk, Haaga-Helia e Tamk

Estão abertas até o dia 19 de novembro as inscrições de projetos de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do País feitos por professores que querem fazer formação continuada na Finlândia. Todas as propostas devem ser enviadas ao CNPqvia internet. 

O processo integra chamada pública do programa Professores para o Futuro, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).


Os projetos selecionados terão bolsa de desenvolvimento tecnológico e inovação no exterior júnior. Será destinada apenas uma bolsa por projeto pelo período de cinco meses. Todas as propostas aprovadas receberão recursos de 9,6 mil euros (R$ 29,1 mil) para despesas com taxas escolares. Outras despesas serão de responsabilidade do autor ou da instituição de execução do projeto, como contrapartida.

Na Finlândia, os projetos serão desenvolvidos nas universidades de ciências aplicadas Hamk, Haaga-Helia e Tamk.


Investimento

De acordo com a chamada pública, que prevê investimento de R$ 2 milhões, professores de instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica devem avaliar a atuação da unidade de ensino em sua região de influência e, a partir daí, propor estratégias de apoio ao desenvolvimento local, com ações de pesquisa aplicada, formação e educação profissional, sempre em articulação com os aspectos do desenvolvimento local.


As propostas, com duração máxima prevista de 12 meses para execução, precisam estar relacionadas a uma das áreas estratégicas do governo federal em ciência, tecnologia e inovação, como agropecuária, recursos ambientais, tecnologia assistiva, tecnologias ambientais (florestas), tecnologias da informação e comunicação, tecnologias educacionais, incluídas as baseadas em internet e educação a distância, tecnologias para sustentabilidade, transporte e turismo.

Além de ser professor, com vínculo efetivo em qualquer unidade da rede federal, o autor do projeto deve comprometer-se a estar em efetivo exercício pelo mesmo período da capacitação, após a conclusão das atividades do projeto. Deve ainda ser o coordenador do projeto, ter currículo atualizado na plataforma Lattes e comprovar proficiência em língua inglesa.


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*Com informações do MEC 

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