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Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio Bolsonaro por ‘abuso de poder econômico’

Segundo a defesa petista, o candidato do PL teria usado a Festa do Peão de Barretos disfarçada de “showmício”

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A campanha de Lula protocolou uma ação na Justiça Eleitoral pedindo a cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro por abuso de poder econômico.
  • A chapa petista alega que Flávio usou a Festa do Peão de Barretos de 2026 para fins eleitorais, apresentando-se como herdeiro político de Jair Bolsonaro.
  • Flávio Bolsonaro teria feito um pedido explícito de votos durante o evento, utilizando uma estrutura profissional de som e luz financiada por empresas privadas e órgãos estatais.
  • Os advogados do PT argumentam que o evento foi um ato político organizado e não uma manifestação espontânea, configurando um showmício disfarçado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro em Barretos Caiuá Maia/Divulgação Campanha Tarcísio de Freitas

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma ação na Justiça Eleitoral pedindo a cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro, candidato do PL (Partido Liberal) à Presidência da República, por suposto abuso do poder econômico.

A candidatura petista argumenta que a chapa de Flávio “se apropriou da Festa do Peão de Barretos de 2026 para fins eleitorais”.


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Segundo a ação, a candidatura do PL e de Tarcísio de Freitas (Podemos), governador de São Paulo e candidato à reeleição, usaram a estrutura privada da Festa do Peão de Barretos, no dia 22 de agosto, para apresentar Flávio como herdeiro político de seu pai, Jair Bolsonaro.

“Houve pedido explícito de voto e Flávio se autodeclarou, em discurso, o ‘futuro Presidente do Brasil”, diz a nota do PT.


A equipe da campanha de Lula diz que o adversário “utilizou uma gigantesca estrutura profissional de som, luz e público custeada e patrocinada por empresas privadas e órgãos estatais, o que configura financiamento empresarial indevido e um showmício disfarçado”.

Para os advogados da legenda, “não foi uma manifestação espontânea ou improvisada, mas um ato político previamente organizado e coordenado, inserido deliberadamente na programação do evento”.


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