Enchentes geradas pelo tufão Maysak na China causam 159 mortes e 10 desaparecimentos
De acordo com autoridades e agências de notícias locais, soluções já estão sendo projetadas para a prevenção de mais danos
Estadão Conteúdo|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Nesta sexta-feira (21), autoridades locais informaram que as enchentes registradas no início de julho na região autônoma chinesa de Guangxi, no sul do país, após a passagem do tufão Maysak, deixaram pelo menos 159 mortos e outras dez pessoas desaparecidas.
Segundo a agência de notícias Xinhua, as chuvas torrenciais e persistentes associadas ao fenômeno meteorológico afetaram mais de 1,65 milhão de pessoas nas cidades de Nanning, capital regional, e Guigang.
Ambas as localidades já começaram a concentrar seus esforços na recuperação das áreas afetadas e no reforço de seus sistemas de prevenção e resposta a emergências.
Veja Também

DF no Ar
Moradores do Núcleo Bandeirante (DF) sofrem com risco de enchentes

Boletim JR 24H
Tufão com ventos de 200 km/h provoca enchentes e cancela 1.400 voos na China

Blog do Leo Saballa Jr
Enchentes no RS: sem previsão de atingir nível de inundação do Guaíba, Porto Alegre decide manter comportas abertas
Em Nanning, as enchentes atingiram 90 municípios e subdistritos pertencentes a 11 distritos e cidades de nível distrital, afetando cerca de 579.700 residentes. Desses, cerca de 23.300 foram evacuados para áreas seguras, enquanto outros 78.300 foram transferidos para alojamentos temporários.
Já em Guigang, as enchentes afetaram 1,073 milhão de pessoas distribuídas entre cinco distritos e cidades de nível distrital.
As equipes de emergência evacuaram cerca de 205.000 pessoas e transferiram outras 15.000 para abrigos, enquanto foram confirmadas 23 mortes.
Durante as reuniões realizadas para discutir os trabalhos de reconstrução, os participantes fizeram um minuto de silêncio em memória das vítimas.
As autoridades de Nanning estabeleceram como meta restaurar as condições básicas de funcionamento da cidade em um período de seis meses e concluir, em aproximadamente um ano, as principais ações de reconstrução após a catástrofe.
Por sua vez, Guigang dará prioridade à prevenção de novas inundações nas áreas urbanas e ao reforço da segurança nos reservatórios, com o objetivo de restabelecer a normalidade no menor tempo possível.
As chuvas que provocaram a catástrofe foram descritas como excepcionalmente intensas e prolongadas para a região. A chegada do tufão Maysak no início de julho provocou, assim, um dos episódios de enchentes mais graves registrados recentemente nesta parte de Guangxi.














