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Abdullah bin Fahad: polícia revela causa da morte de príncipe saudita encontrado em hotel

Membro da família real da Arábia Saudita morreu em uma hospedagem de luxo, em Londres, no ano passado

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O príncipe saudita Abdullah bin Fahad foi encontrado morto em um hotel de Londres em 25 de novembro do ano passado.
  • Após investigação, foi descartada a hipótese de suicídio; a morte foi causada por parada cardíaca devido à mistura de álcool e drogas.
  • Exames detectaram álcool, GHB, cannabis, alprazolam e outros medicamentos no organismo do príncipe.
  • Apesar de ter passado por tratamento de desintoxicação, Abdullah não seguiu com consultas de acompanhamento após a alta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Abdullah bin Fahad bin Abdullah bin Abdulaziz bin Jalawi al Saud morreu em 25 de novembro de 2025 Reprodução/Instagram @abdulrhmanbinsaed1

O caso do príncipe saudita Abdullah bin Fahad bin Abdullah bin Abdulaziz bin Jalawi al Saud, encontrado morto em um hotel de Londres em 25 de novembro do ano passado, ganhou um novo desdobramento com a conclusão de um inquérito realizado no Reino Unido.

Após meses de investigação, autoridades descartaram a possibilidade de suicídio e revelaram que o homem de 29 anos sofreu uma parada cardíaca provocada pela mistura de álcool com diferentes drogas, o que classifica o caso como morte acidental.


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A perícia identificou uma quantidade elevada de álcool no organismo do príncipe, além de GHB, substância conhecida por uso recreativo, em concentração potencialmente fatal. Os exames também apontaram a presença de cannabis, alprazolam e outros medicamentos para ansiedade.

A conclusão foi de que a combinação dessas substâncias desencadeou a parada cardíaca.


O integrante da família real saudita enfrentava dificuldades relacionadas ao uso de álcool e remédios controlados. Alguns meses antes da morte, ele passou por um processo de desintoxicação em uma clínica especializada e deu continuidade ao tratamento em outro centro de reabilitação, recebendo alta em outubro.

A psiquiatra responsável pelo tratamento afirmou que Abdullah apresentava evolução positiva e não demonstrava sinais de risco para si mesmo. No entanto, após deixar a clínica, ele não participou das consultas de acompanhamento remoto.


Além de estar sozinho no hotel, não foi encontrada nenhuma carta ou outro elemento que sugerisse intenção de tirar a própria vida. Por isso, os investigadores concluíram que não houve indícios de ação intencional.

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