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Aeroporto filipino reabre após ser declarado em ruínas por causa de tufão

Voos irão retirar população em risco e transportar medicamentos, água e comida

Internacional|Do R7

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Imagem aérea mostra os estragos do tufão Haiyan na cidade mais afetada, Tacloban
Imagem aérea mostra os estragos do tufão Haiyan na cidade mais afetada, Tacloban

As autoridades filipinas conseguiram reabrir nesta segunda-feira (11), parcialmente, o aeroporto de Tacloban, arrasado pelo tufão "Haiyan" e declarado em ruínas há apenas três dias.

A companhia aérea estatal "Philippine Airlines" retomou na tarde de hoje os voos, que servirão para retirar a população em risco e para abastecer aos serviços de emergência de medicamentos, de segurança e de primeira necessidade tais como água e comida, informou o canal "GMA".


Por enquanto, apenas aviões com turboélice poderão viajar de Cebu (cidade filipina) para Tacloban, informou a companhia de aviões filipina.

O porta-voz de Aviação Civil das Filipinas, John Andrews, declarou em comunicado que os voos servirão para evacuar a população em risco e para abastecer aos serviços de emergência de material médico, de segurança e de primeira necessidade tais como água e comida.


Entre os primeiros passageiros do voos comerciais estão pessoas que buscam desesperadamente seus parentes após dias sem poder ligar para eles, integrantes de ONGs e veículos de comunicação.

Pelo menos 70% dos prédios de Tacloban, entre eles vários do aeroporto, como armazéns e a torre de controle, ficaram destruídos após a passagem do tufão "Haiyan" na sexta-feira passada.


"A devastação aqui é absoluta", declarou o ministro do Interior, Manuel Roxas, após chegar a Tacloban, a população mais castigada pelo fenômeno meteorológico, cerca de 580 quilômetros ao sudoeste de Manila.

Até o momento, as instalações do aeroporto estavam sendo utilizadas somente pelos militares e corpos de emergência que transportavam o material e pessoal mediante helicópteros do exército.


A Cebu Pacific, por sua vez, decidiu não voar ainda para Tacloban, mas retomou os voos para Kalibo e Busuanga, outras regiões afetadas pela tempestade.

O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres indicou em seu último relatório que quase 10 milhões de pessoas em toda filipinas se viram afetadas pelo tufão.

Antes da chegada desse último tufão às Filipinas, o vigésimo quarto do ano, os meteorologistas tinham advertido que poderia ter um efeito devastador maior que o tufão Bopha, que em 2012 deixou cerca de 1.000 mortos.

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