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Drones, sensores e IA: como a Otan está se preparando para um possível ataque russo

Relatórios da inteligência dos Estados Unidos indicam que Vladimir Putin pode atacar um país da aliança nos próximos anos

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Otan está se preparando para um possível ataque russo, investindo em drones, sensores e inteligência artificial.
  • Relatórios dos EUA indicam que Vladimir Putin pode atacar um país da Otan nos próximos anos.
  • Cenários possíveis incluem ataques cibernéticos e incursões terrestres, visando testar a reação da Otan.
  • A aliança está reforçando suas fronteiras com a Rússia e Bielorrússia, com foco em novas tecnologias e estratégias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Soldados escutam uma reunião importante.
Otan está fortalecendo e monitorando suas fronteiras com a Rússia Reprodução / Record News

A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) vem fortalecendo suas fronteiras para se preparar para um possível ataque russo, segundo uma matéria do Business Insider. O grupo está investindo em drones, sensores, inteligência artificial e novas estratégias para repelir futuras ofensivas.

Recentemente, o The Wall Street Journal revelou que relatórios da inteligência dos Estados Unidos indicam que Vladimir Putin pode tentar atacar um país integrante da aliança nos próximos anos.

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Os possíveis cenários vão de um ataque cibernético até uma incursão terrestre. A ação teria como objetivo testar a reação da aliança e tentar enfraquecer sua união.

Diante das possíveis ameaças, a Otan passou a investir cada vez mais em novas tecnologias. O foco principal da aliança é fortalecer e monitorar suas fronteiras com a Rússia e a Bielorrússia, que se estendem do norte da Finlândia até o Mar Negro.

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Uma das novas estratégias envolve operações com drones que usam inteligência artificial, mas continuam sendo comandados por humanos. A expectativa é que a ferramenta ajude a pilotar os drones, enquanto operadores são responsáveis pela decisão final sobre os alvos a serem atingidos.

“Então, os humanos decidem o que o drone faz, mas não precisam necessariamente pilotá-lo, porque não temos um milhão de pilotos”, disse o major Ben Schiff, oficial de operações de software do Exército dos EUA. “Não podemos pilotar um milhão de drones ao mesmo tempo.”

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De acordo com o Wall Street Journal, a possibilidade de um confronto direto entre Rússia e Otan passou a ser considerada mais seriamente pelos EUA neste ano. Antes, a avaliação era de que Putin evitaria provocar a aliança enquanto a guerra na Ucrânia estivesse em andamento.

A mudança ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pela Rússia no conflito. As tropas de Putin têm conquistado avanços menores no campo de batalha e sofrido mais baixas, enquanto ataques ucranianos provocam danos ao país.

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