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Análise: isenção de sanções ao petróleo russo é alívio pequeno frente aos danos da guerra

Produção caiu de 10 milhões de barris diários para 2 milhões após a invasão da Ucrânia, diz Vitelio Brustolin

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A prorrogação da isenção de sanções ao petróleo russo oferece alívio limitado a nações vulneráveis.
  • Os EUA prolongaram a isenção por 30 dias, mas se aplica apenas a cargueiros antes de 17 de abril.
  • A produção russa caiu de 10 milhões para menos de 2 milhões de barris diários devido à guerra e sanções.
  • Os ataques ucranianos à infraestrutura russa impactaram significativamente as exportações de petróleo da Rússia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A prorrogação da isenção de sanções para o petróleo russo parece muito representativa, mas só provoca um pequeno alívio a algumas nações mais vulneráveis aos aumentos provocados pela guerra no Irã, argumenta o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin em entrevista ao Conexão Record News.

Nesta segunda-feira (18), o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos prorrogou em mais 30 dias a isenção de sanções para o petróleo russo que já está em alto-mar. “Na verdade, essa isenção é para cargueiros, para petroleiros, russos ou da frota fantasma russa, que estavam no mar antes de 17 de abril”, pontua Brustolin. Ele lembra que, antes da guerra na Ucrânia, a Rússia produzia 10 milhões de barris de petróleo por dia.


Devido aos ataques ucranianos à infraestrutura do país e às sanções internacionais, ele afirma que, hoje, Moscou exporta menos de 2 milhões de barris por dia. “Isso é, sim, um alívio, mas é um alívio muito menor do que poderia ser caso a Rússia não tivesse atacado a Ucrânia e caso nós não estivéssemos nesse cenário em que a Ucrânia ataca a infraestrutura russa”, conclui.

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