Análise: aquisição de armamentos por Cuba não representa ameaça aos EUA
Para se defender de um possível ataque americano, governo cubano teria adquirido mais de 300 drones militares da Rússia e do Irã
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Um dia após um site de notícias dos Estados Unidos afirmar que Cuba teria adquirido mais de 300 drones militares da Rússia e do Irã, o presidente Miguel Díaz-Canel alertou que uma ação norte-americana no território poderia acabar em um “banho de sangue”. Em meio à tensão entre os países, Washington anunciou novas restrições contra a agência de inteligência cubana.
“Se Cuba usasse 300 drones, levaria uma hora, uma hora e meia para esses drones chegarem nos Estados Unidos. Eles seriam interceptados”, afirma o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin. Em entrevista ao Conexão Record News, ele destaca o contexto de crise que o país vive, sem acesso a insumos básicos e energia em razão das sanções do governo Donald Trump.
Segundo Brustolin, Cuba precisa negociar. “E 300 drones? 300 drones é o que é derrubado entre Rússia e Ucrânia por dia, mais do que isso inclusive. Então não são 300 drones que vão fazer diferença, e isso seria apenas um pretexto para o uso maciço da força dos Estados Unidos contra Cuba”, conclui.
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