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Análise: reconstrução econômica de vários países vai ser puxada por uma economia de guerra

Imprensa norte-americana informou que o governo dos EUA está prestes a aprovar um pacote de armas de quase US$ 3 bilhões para Israel

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo dos EUA está prestes a aprovar um pacote de armas de quase US$ 3 bilhões para Israel.
  • O pacote de armas inclui algumas das munições mais destrutivas dos arsenais ocidentais e é financiado por um mecanismo de financiamento militar estrangeiro.
  • A aprovação do pacote ocorre em meio à escassez de munições nas Forças Armadas dos EUA devido à guerra com o Irã.
  • A reconstrução econômica de vários países pode ser impulsionada por uma economia de guerra, com investimentos públicos e privados no setor bélico.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A imprensa norte-americana informou que o governo dos Estados Unidos está prestes a aprovar um pacote de armas de US$ 2,8 bilhões (R$ 14,4 bilhões, na cotação atual) para Israel. Segundo a informação, revelada pelos jornais Washington Post e New York Times, esse é um dos maiores pacotes de munições vendidos nos últimos anos.

O pacote inclui algumas das munições mais destrutivas dos arsenais ocidentais. Os veículos apontam que, apesar de ser descrita como “venda”, a operação é financiada por um mecanismo conhecido como financiamento militar estrangeiro, por meio do qual Washington fornece o dinheiro que Israel usa para comprar as armas. A notícia sobre o acordo surgiu em meio à escassez de munições nas Forças Armadas norte-americanas, devido à guerra com o Irã.


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“A gente está entrando em um momento em que a reconstrução econômica de vários países, principalmente na Europa, vai ser puxada por uma economia de guerra, [...] as economias estão utilizando o conceito de que estão participando direta e indiretamente de guerras para fazer investimentos públicos e privados no setor bélico”, afirma Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (16).

Segundo ele, os diversos conflitos simultâneos no mundo estão fazendo com que as ações das grandes empresas bélicas, inclusive as brasileiras, subam. “Então, essas empresas estão, sim, produzindo cada vez mais armas e munições para fazer com que os estoques dessas nações voltem a níveis que são, para a visão deles, seguros”, explica.

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