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Análise: relacionamento entre Irã e Líbano desequilibra conflito entre Israel e Hezbollah

Especialista falou como o governo israelense se mantém às ordens dos EUA, que podem ser moldadas pela tentativa de um cessar-fogo com os iranianos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O exército israelense mantém ataques no sul do Líbano, conforme declarações do ministro da Defesa de Israel, Israel Katz.
  • Recentes ofensivas aéreas em Sohmor resultaram na morte de cinco pessoas, apesar dos cessar-fogos anteriores.
  • A presença militar israelense no sul do Líbano visa atacar instalações do Hezbollah, segundo as forças armadas de Israel.
  • Especialista Ricardo Cabral destaca a influência do Irã no Líbano e a intervenção dos EUA como fatores que perpetuam o conflito entre Israel e Hezbollah.

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o exército israelense continuaria com os ataques no território libanês e que soldados não irão se retirar. Segundo a agência de notícias Reuters, fontes de segurança informaram que novas ofensivas aéreas atingiram o sul do Líbano nesta quinta-feira (4).

A guerra continua a se arrastar, apesar dos cessar-fogos acordados anteriormente, e, de acordo com a agência nacional de notícias do Líbano, cinco pessoas foram mortas no recente ataque israelense à cidade de Sohmor.


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Em um alerta aos moradores do sul do país libanês, as forças armadas de Israel anunciaram que permaneceriam na região a fim de continuar atacando instalações do Hezbollah.

A vinculação dos acordos do Irã com o Líbano é uma estratégia iraniana, mas que, de certa forma, prejudica Israel e desestabiliza a área, porque toda vez que Israel está pronto para destruir o Hezbollah, os americanos intervêm para parar, daí dá um tempo para o Hezbollah respirar e continuar os ataques. E o ciclo de violência se mantém”, explicou o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral, em entrevista ao Conexão Record News.


Cabral ainda enfatizou que o grupo terrorista compõe cerca de 30% da população, o que dificulta a obrigatoriedade imposta pelo Estado de desarme por parte dos radicais. Segundo o especialista, o Líbano se tornou um país instável a ponto de colapsar em uma possível guerra civil.

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