Logo R7.com
RecordPlus

Analista prevê ‘enriquecimento de urânio controlado’ no Irã após a guerra

Teerã negou usar o urânio enriquecido para fabricar uma bomba atômica e descartou restringir o programa nuclear

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Irã nega restrições ao seu programa de enriquecimento de urânio, fundamental para sua matriz energética.
  • A Casa Branca afirma que Teerã concordou em entregar os estoques de urânio enriquecido, mas contradiz isso com suas declarações.
  • Donald Trump mantém a presença militar dos EUA na região e ameaça retomar operações se o Irã não cumprir acordos.
  • O analista Igor Lucena sugere que haverá um "enriquecimento controlado" do urânio, com aumento da vigilância sobre o processo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Irã descartou restringir o programa de enriquecimento de urânio do país, uma das principais exigências dos Estados Unidos e de Israel para o fim da guerra. Teerã nega usar o urânio enriquecido para fabricar uma bomba atômica. No entanto, a porta-voz da Casa Branca disse que Teerã havia concordado em entregar os estoques do produto.

O presidente Donald Trump afirmou que navios e aeronaves militares dos Estados Unidos vão permanecer ao redor do Irã e ameaçou retomar a operação caso Teerã não cumpra o acordo firmado com Washington.


Duas pessoas usando roupas de proteção caminham por um corredor cercado por cilindros metálicos dispostos em fileiras
A matriz nuclear é uma das principais fontes de energia do Irã, explica analista Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (8), Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, explica que a matriz nuclear é uma das principais matrizes de energia do Irã, principalmente porque é um país muito seco e muito difícil de ter outras fontes úteis.

“É muito difícil chegar a um acordo em relação a isso, mas eu acho que, daqui para frente, vai ter algum tipo de enriquecimento controlado, um enriquecimento com uma capacidade muito grande de análise de como está sendo feito esse processo, como já ocorreu no passado, mas o próprio presidente Donald Trump se retirou do acordo”, ressalta.


Sobre o fechamento do estreito de Ormuz, Lucena aponta que “iranianos descobriram que a melhor maneira de combater o presidente Donald Trump não é com exércitos”.

Para ele, a transformação da passagem em “arma econômica” faz parte de um plano para pressionar Trump. A decisão “impacta vidas dos americanos, vidas dos aliados dos Estados Unidos e isso pressiona o presidente Donald Trump para encontrar uma saída para o conflito”, diz o analista.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.