Trump diz que Irã concordou em entregar reservas de urânio enriquecido
Presidente americano afirma que regime iraniano está “disposto a fazer coisas que antes não estava”
Internacional|Do Estadão Conteúdo
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o próximo encontro com o Irã pode ocorrer já neste fim de semana e indicou que poderá estender o cessar-fogo caso as negociações avancem.
Segundo ele, há “muito progresso” e sinais de que Teerã está mais disposto a concessões. “Estamos fazendo progresso nas negociações com o Irã. Eles querem muito um acordo”, disse.
Trump acrescentou que “tudo indica que vamos fazer um acordo” e que o país “concordou com quase tudo que foi proposto”.
O republicano também revelou que Teerã concordou em retornar o material nuclear presente no país aos EUA. Segundo ele, o país está disposto a fazer “coisas que antes não estava”, sem entrar em detalhes.
LEIA MAIS:
Ele ponderou não saber se a trégua precisará ser prorrogada, mas afirmou que “se estivéssemos perto de um acordo, eu estenderia o cessar-fogo”. Contudo, também alertou que, sem entendimento, os combates podem ser retomados.
Trump afirmou ainda que o bloqueio marítimo aos portos iranianos na região do estreito de Ormuz tem sido “mais poderoso” do que bombardeios e está “resistindo bem”.
O presidente avaliou que um acordo teria impacto relevante sobre energia e preços: “se acontecer, o petróleo cai, os preços caem e a inflação cai”. Trump disse ainda que a relação com o Irã é “muito boa neste momento”, embora reconheça que é “difícil de acreditar”.
Questionado sobre outros temas, afirmou que o foco da Casa Branca é o Irã, minimizando a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Ele também criticou aliados, dizendo que a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e a Austrália não apoiaram os EUA em Ormuz, e defendeu que europeus comprem mais petróleo e gás americanos.
No Oriente Médio, Trump afirmou que um cessar-fogo entre Israel e Líbano incluirá o Hezbollah e indicou um cronograma para um encontro entre os líderes dos dois países na Casa Branca, citando prazos que variaram de “uma ou duas semanas” para “quatro ou cinco dias” e, posteriormente, “em um momento não tão distante”.
Ele também disse que, “no momento certo”, pode visitar o Líbano e que poderia ir a Islamabad, no Paquistão, caso um acordo com o Irã seja assinado lá.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp











