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Após massacre em escola primária, americanos lotam lojas de armas

População teme que novas leis possam limitar o acesso à armamentos hoje disponíveis

Internacional|Do R7, com JR

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As lojas de armas nos EUA, nunca tiveram seus estoques tão vazios. O item mais procurado é o famoso fuzil AR-15, igual ao usado pelo atirador da escola primária de Newtown. A gerente de uma das distribuidoras conta que foi possível vender o equivalente a um mês inteiro, só nos últimos 3 dias .

—Não temos mais nenhum exposto na parede, acabou tudo.


Após o massacre que deixou 27 mortos, o presidente Barack Obama anunciou uma força-tarefa para propor leis que dificultem a compra de armas e munições nos EUA. O presidente quer aproveitar o momento de comoção para pressionar os parlamentares a votar as mudanças ainda em janeiro.

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As leis que regulamentam as armas no país são determinadas localmente. Em alguns Estados, como o Texas, por exemplo, uma pessoa comum pode comprar qualquer arma de fogo sem precisar de registro.

Hoje, há trezentos milhões de armas nas mãos dos americanos. Só na região norte de Nova York são mais de 44 mil pessoas.


Um especialista em segurança afirma que além da possível proibição, a corrida às lojas de armas tem outros motivos: quando tragédias acontecem, as pessoas se sentem mais vulneráveis e acham que devem se proteger.

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