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Ataque contra quartel da polícia deixa 15 mortos no Afeganistão

O ataque começou por volta de 16h30 (horário local, 9h de Brasília), com a detonação de um veículo carregado com explosivos

Internacional|Da EFE

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Ao menos dois talibãs morreram
Ao menos dois talibãs morreram

Pelo menos 15 pessoas morreram e outras 83 ficaram feridas em um ataque talibã cometido nesta quinta-feira (18) com um carro cheio de explosivos e um posterior tiroteio em um quartel da polícia na província de Kandahar, no sul do Afeganistão, segundo o balanço de vítimas apresentado pelas autoridades afegãs.

O ataque começou por volta de 16h30 (horário local, 9h de Brasília), com a detonação de um veículo carregado com explosivos, ao que se seguiu a chegada de um número indeterminado de homens armados que tentaram entrar na sede policial, disse à Agência Efe o porta-voz do governador de Kandahar, Ahmad Bahir Ahmadi.


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"Infelizmente, temos 11 pessoas mortas, entre elas dois policiais e nove civis e outras 83 pessoas feridas, das quais três são policiais e 80 são civis", detalhou.

A maioria dos civis ficaram feridos por causa dos danos da explosão às suas casas.


No ataque, que terminou após quase duas horas de enfrentamentos, dois insurgentes foram abatidos, e outros dois morreram durante a explosão do veículo.

O porta-voz não descartou que haja outros insurgentes mortos, mas o número não pôde ser conferido devido ao fato que as autoridades ainda estão investigando a área.


O atentado foi reivindicado pelos talibãs em comunicado no qual asseguraram que vários soldados das forças governamentais morreram.

O porta-voz talibã Qari Yusuf Ahmadi destacou que, após a detonação do veículo contra o quartel, vários insurgentes com armas de diferente calibre e explosivos "entraram na instalação para atacar os inimigos que estavam dentro".


Segundo o porta-voz, "dezenas" de oficiais e policiais morreram ou ficaram feridos.

Na atualidade, o governo afegão controla cerca de 55% do território do Afeganistão e os talibãs dominam quase 11%, enquanto o resto do território está em disputa, segundo dados do Inspetor Especial Geral para a Reconstrução do Afeganistão (SIGAR), do Congresso dos Estados Unidos.

Veja também: Guerra no Afeganistão pode chegar ao fim depois de 18 anos

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