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Austrália impedirá retorno de jihadistas de Iraque e Síria

Mais de 100 australianos combatem no exterior e alguns estão vinculados ao EIIL

Internacional|Do R7

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O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, prometeu nesta sexta-feira (20) que seu governo trabalhará para impedir o retorno dos jihadistas australianos que combatem no exterior, e garantiu que se voltarem serão presos.

Segundo Abbott, mais de 100 australianos viajaram à Síria e ao Iraque, e alguns estão vinculados a "este grupo assassino dissidente da Al-Qaeda", o Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL).


"Não tenham dúvida de que alguns indivíduos deste país estão participando agora mesmo de atos de barbárie no Iraque", declarou Abbott à imprensa.

"Estas pessoas não têm lugar em nosso país e faremos o possível para mantê-las fora", prometeu.


"O importante é garantir na medida do humanamente possível que não voltem ao nosso país", declarou o primeiro-ministro à rádio 2GB de Sydney.

"E, se voltarem ao nosso país, temos que garantir que sejam presos, porque não podemos ter assassinos treinados que odeiam nosso modo de vida e nos odeiam", acrescentou.


A ministra australiana das Relações Exteriores, Julie Bishop, declarou na quinta-feira que está muito preocupada com a ameaça representada pelos combatentes australianos que voltarem ao país-continente, e acrescentou que cancelou vários passaportes seguindo os conselhos de agências de inteligência.

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