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Bloco africano pede desdobramento militar urgente no Mali

Internacional|Do R7

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Cyprien Tiesse. Abidjan, 19 jan (EFE).- Os chefes de Estado dos países da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) pediram neste sábado aos membros do bloco regional o desdobramento urgente de seus contingentes militares no Mali para cumprir sua promessa de cooperação com a intervenção no norte do país. Os líderes dos países-membros da Cedeao oficializaram a autorização do desdobramento da Missão Internacional de Apoio ao Mali liderada pela África (AFISMA, na sigla em inglês) e a constituição de uma reserva com as unidades prometidas pelos diferentes países que formam o organismo. Alguns países-membros, como a Nigéria e o Togo, já começaram a enviar suas tropas no terreno para apoiar o Exército malinês e francês em seu combate contra os fundamentalistas islâmicos que controlam a parte setentrional do país. Além disso, os dirigentes recomendaram a aceleração da iniciada de um Estado-Maior que facilite a coordenação e o desdobramento da AFISMA, indicou hoje um comunicado emitido no final de uma cúpula extraordinária. Além disso, a Cedeao solicitou o apoio logístico e financeiro das Nações Unidas "levando em conta a evolução da situação no Mali, que requer uma aceleração do desdobramento da AFISMA", ao mesmo em tempo que pediu aos Estados-membros a abonar "urgentemente" suas cotas anuais. Os 12 líderes africanos que estiveram na cúpula junto ao ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, manifestaram sua "imensa gratidão" à França por seu envolvimento nesta crise. Por sua parte, Fabius justificou a intervenção militar francesa ao ressaltar que seu país "não fez nada mais que assumir suas responsabilidades e obrigações em cumprimento com a lei internacional". EFE ct/rsd

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