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Bombardeio na Universidade de Aleppo, na Síria, deixa 83 mortos

Guerra civil no país dura mais de 21 meses e já causou a morte de 60 mil pessoas

Internacional|Do R7

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Organização humanitária acredita que pelo menos 150 pessoas ficaram feridas
Organização humanitária acredita que pelo menos 150 pessoas ficaram feridas

Pelo menos 83 pessoas morreram nesta terça-feira (15) em um ataque do regime sírio contra a Universidade de Aleppo, no norte do país, denunciou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

O grupo informou que ocorreram duas explosões e que o número de mortos pode subir ainda mais, pois 150 pessoas estão feridas, muitas delas em estado grave.


Segundo a Comissão Geral da Revolução Síria, sessenta estudantes morreram devido ao ataque da aviação síria à Faculdade de Arquitetura, localizada dentro do campus de Aleppo. O coordenador da rede opositora Sham na província de Aleppo, Mohammed Nur, informou à Agência Efe que 70 pessoas morreram e 40 ficaram feridas.

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Nur explicou que a aviação do regime lançou dois barris cheios de explosivos na universidade, onde estavam sendo realizadas provas, depois que as forças de segurança fecharam todas as entradas da instituição.


O ativista contou que estão hospedados na universidade muitos refugiados dos bairros mais conflituosos da cidade, cenário de choques entre os rebeldes e as forças governamentais. A agência oficial de notícias "Sana" informou que "um grupo terrorista" lançou dois projéteis contra a zona de Al Lirmon, na Universidade de Aleppo, o que causou vários mortos entre estudantes e refugiados.

Em outro ataque, pelo menos 50 pessoas morreram durante a invasão das forças do regime no povoado de Al Hasauiya, na periferia da cidade de Homs, segundo a Comissão Geral da Revolução Síria. Este fato foi confirmado pelos opositores CCL (Comitês de Coordenação Local), que assinalaram que a maioria dos mortos foram executados por grupos de "shabiha" (milicianos a favor do regime).


Além disso, o Observatório informou que pelo menos 12 pessoas morreram pelos bombardeios do regime na cidade de Al Houla, localizada na província de Homs. 

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