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Brasil extradita ex-prefeito paraguaio acusado de matar jornalista

Vilar Acosta foi acusado de ser o autor intelectual do assassinato de profissional do jornal ABC

Internacional|Do R7

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Ex-prefeito deixou o cargo para fugir ao Brasil
Ex-prefeito deixou o cargo para fugir ao Brasil

O ex-prefeito paraguaio Vilmar Acosta chegou nesta terça-feira a Assunção, extraditado do Brasil, para responder pelo assassinato de um conhecido jornalista na conflituosa região do norte, concluindo um trâmite entre os países vizinhos que começou em março.

Acosta foi acusado de ser o autor intelectual do assassinato de Pablo Medina, jornalista do jornal ABC, e sua jovem assistente, que foram baleados em uma estrada rural do departamento de Canindenyu enquanto trabalhavam em uma reportagem no ano passado.


Quando foi citado no caso, o ex-prefeito da cidade de Ypejhú deixou o cargo para fugir ao Brasil, onde foi preso em Mato Grosso do Sul. O Paraguai pediu sua extradição, que foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal em agosto.

Acosta chegou em um avião militar a um prédio da Força Aérea fortemente protegido, de onde foi levado a um tribunal.


"A extradição de Vilmar Acosta é hoje uma realidade. Está nas mãos da Justiça esclarecer o crime do jornalista Pablo Medina e da jovem Antonia Almada com a esperança de um Paraguai onde a impunidade seja coisa do passado", disse o presidente, Horacio Cartes, em comunicado.

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Medina costumava denunciar a relação de Acosta e sua família com o narcotráfico na região de produção de maconha e tráfico de cocaína, e o assassinato levou à descoberta de outros envolvimentos que agitou a política local. Seu irmão e sobrinho são procurados como autores materiais do crime.

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