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Brasil mantém equipe humanitária em Moçambique após ciclone

Governo enviou uma brigada composta por 40 bombeiros, que atuaram na tragédia de Brumadinho, para ajudar a encontrar sobreviventes

Internacional|Da EFE

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Ciclone tocou a terra na quinta-feira (25)
Ciclone tocou a terra na quinta-feira (25)

O governo brasileiro anunciou nesta sexta-feira (26) que manterá a equipe de busca e salvamento que tinha enviado para Moçambique, e que a transferirá da região central até a área afetada pelo ciclone Kenneth, no norte, o segundo que castiga o país africano em menos de dois meses.

"Em atenção a pedido de ajuda do governo de Moçambique, o Brasil está deslocando a equipe humanitária brasileira já presente no país para as regiões afetadas pelo ciclone Kenneth, a fim de atuar em missões de busca e salvamento", afirmou o Ministério das Relações Exteriores em comunicado.


Kenneth tocou terra na quinta-feira (25) e já matou pelo menos uma pessoa e arrasou milhares de casas e edifícios públicos, apenas um mês e meio depois que outro ciclone, o Idai, deixou mais de 600 mortos e quase dois milhões de pessoas necessitadas de ajuda humanitária no centro do país.

Após esse primeiro desastre, o governo brasileiro enviou uma brigada composta por 40 bombeiros, que atuaram na tragédia de Brumadinho no último mês de janeiro, para ajudar a encontrar sobreviventes.


Segundo o Itamaraty, essa equipe é "o único contingente internacional com treinamento específico em busca e salvamento que se encontra atualmente em Moçambique".

O governo brasileiro também se comprometeu a enviar ao país africano mapas das regiões afetadas por este segundo ciclone, obtidos através da rede de satélites International Charter Space and Major Disasters.


Além disso, o Itamaraty lamentou na nota esta nova calamidade natural e se solidarizou com a população e o governo moçambicano.

Kenneth deixou várias casas danificadas e sem-teto, árvores caídas, inundações e cortes de eletricidade na província de Cabo Delgado, sobretudo em distritos próximos à fronteira com a Tanzânia, segundo o Instituto Moçambicano de Gestão de Desastres (INGC). 

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