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Brics mostra "profunda inquietação" com situação na Síria e pede "processo político conduzido pelos sírios"

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul divulgaram um comunicado ao final da cúpula anual em Durban

Internacional|Do R7

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Os países emergentes do Brics expressaram nesta quarta-feira (27) sua "profunda inquietação" frente a deterioração da situação militar e humanitária na Síria.

Ao fim de uma cúpula de dois dias em Durban, na África do Sul, os dirigentes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul pediram que seja implementado um "processo político conduzido pelos sirios".


"Expressamos nossa profunda inquietação frente a deterioração da situação securitária e humanitária na Síria e condenamos o aumento das violações aos direitos humanos e das leis humanitárias internacionais, enquanto a violência continua", escreveram os líderes dos cinco países em um comunicado ao final da cúpula anual em Durban.

O presidente sírio, Bashar al Assad, pediu aos países que formam o grupo que intervenham para deter a violência na Síria e acabar com o sofrimento de seu povo causado pelas sanções internacionais.


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"Peço aos líderes do Brics para que trabalhem juntos para deter imediatamente a violência na Síria e assim garantir o êxito da solução política. Para isso, é necessária uma clara vontade internacional de cortar as fontes do terrorismo, de seu financiamento e armamento", indicou Assad em uma carta ao presidente sul-africano Jacob Zuma difundida nesta quarta-feira pela agência Sana.

"Vocês que procuram propiciar a paz, a segurança e a justiça no trastornado mundo de hoje, concentrem seus esforços para obter o cessar do sofrimento do povo sírio, causado por sanções econômicas injustas, contrárias ao direito internacional, e que afetam diretamente a vida e as necessidades diárias de nossos cidadãos", acrescentou Assad.


Em meados deste mês, a assessora de Assad, Busaina Shaaban, havia dito à AFP ter transmitido a Zuma uma mensagem do presidente sírio a fim de pedir "a intervenção do Brics para deter a violência em seu país e favorecer a abertura ao diálogo".

O presidente russo, Vladimir Putin, pediu ao Brics, antes do início de sua cúpula, que "coordene iniciativas para encontrar uma solução pacífica para a crise síria".

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