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China insiste para que os EUA suspendam a pressão sobre Cuba e critica intervenção na ilha

China se opõe às medidas dos EUA, alegando que elas violam o Direito Internacional e os direitos do povo cubano

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A China pediu aos Estados Unidos que suspendam a pressão sobre Cuba, criticando a "ingerência estrangeira" na ilha.
  • Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, destacou que o bloqueio e as sanções dos EUA causam sofrimento ao povo cubano.
  • Pequim apoia firmemente a defesa da soberania nacional de Cuba e se opõe à interferência externa.
  • O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba está preparada para uma agressão dos EUA, defendendo sua soberania e independência.

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Alt Text: Um grupo de pessoas em um evento ao ar livre, com bandeiras cubanas sendo agitadas ao fundo. Em primeiro plano, homens em uniformes militares levantam os braços, enquanto um homem com cabelo curto e camisa clara observa atentamente, cercado por outras pessoas. O céu está claro e a atmosfera é de celebração.
O presidente de Cuba afirmou que o país está preparado para uma possível agressão dos EUA Norlys Perez/Reuters - 22.05.2026

Autoridades chinesas insistiram nesta segunda-feira (6), para que os Estados Unidos retirem a pressão sobre Cuba, criticando a “ingerência estrangeira” na ilha e defendendo sua soberania nacional.

Em coletiva de imprensa em Pequim, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou que o histórico “bloqueio total” e as “sanções ilícitas” causaram “profundo sofrimento” ao povo cubano.


“Recentemente, os Estados Unidos voltaram a endurecer as medidas de bloqueio e sanções, afetando gravemente os meios de subsistência básicos do povo cubano e gerando preocupação na comunidade internacional”, afirmou ela, insistindo que a China se opõe a essas medidas que “carecem de fundamento no Direito Internacional”.

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“Exortamos os Estados Unidos a pôr fim imediatamente ao bloqueio, à coerção e à pressão contra Cuba, e a deixar de violar os direitos do povo cubano à sobrevivência e ao desenvolvimento”, ressaltou Mao.


Nesse sentido, ele ressaltou que Pequim apoia firmemente Cuba “na defesa de sua soberania nacional e em sua oposição à ingerência externa”.

“Estamos dispostos a trabalhar com o resto do mundo para defender a equidade e a justiça internacionais”, acrescentou.


Em uma entrevista recente, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que Cuba se prepara para uma agressão dos Estados Unidos, de modo que “não haja surpresa nem derrota”, ressaltando que Cuba é “um país de paz” que não tem medo de uma guerra com Washington.

“Cuba não é uma nação em disputa, não somos uma colônia e não vamos renunciar à nossa soberania nem à nossa independência”, afirmou ele em entrevista à emissora britânica Sky News.

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