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Burnham tentará diminuir custo de vida do Reino Unido caso vire primeiro-ministro; veja análise

Expectativa é que candidato assuma o cargo após a renúncia de Keir Starmer; política externa não sofrerá alterações, segundo especialista

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Andy Burnham é o favorito para assumir o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido após a renúncia de Keir Starmer.
  • Burnham já recebeu apoio de 322 dos 403 membros do partido, precisando de apenas mais um para se tornar o novo líder.
  • O foco de Burnham será a diminuição do custo de vida no Reino Unido, uma questão que contribuiu para o declínio de Starmer.
  • A política externa não deve sofrer grandes alterações, mantendo negociações pela paz no Oriente Médio e na Ucrânia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Andy Burnham é o favorito a assumir o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido após Keir Starmer ter anunciado a renúncia no dia 22 de junho. Ao todo, 322 dos 403 membros do partido de Burnham o indicaram formalmente à posição nesta quinta-feira (9), precisando do apoio de apenas mais um integrante para que a disputa com um concorrente seja estatisticamente impossível.

A confirmação de Andy Burnham como o premiê britânico deve ocorrer oficialmente no dia 20 de julho, após Starmer sair do cargo. O doutor em ciência política Bruno Pasquarelli prevê que, caso seja eleito, o político deverá assumir uma política mais voltada à diminuição do custo de vida no Reino Unido. “A gente sabe que essa foi uma questão que causou o declínio de Starmer”, afirmou.


Segundo Pasquarelli, para reverter a situação, o novo primeiro-ministro deve negociar mais acordos no plano doméstico e externo, fortalecendo as relações com a UE (União Europeia), segundo Pasquarelli, que também acredita que Burnham não deverá alterar muito a política internacional adotada pelo antecessor.

Na prática, o país deve continuar a participar das negociações pela paz no Oriente Médio e na Ucrânia. “Até porque isso tem aumentado o custo de vida na Europa como um todo e também na Inglaterra”, concluiu Pasquarelli no Conexão Record News desta sexta-feira (10).

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